domingo, 17 de outubro de 2010

ASTRONOMIA MUTÁVEL GRACELIANA.



Autor – Ancelmo Luiz Graceli.
Trabalho registrado na Biblioteca Nacional – Brasil – Direitos Autorais.

Órbitas mutáveis, inclinações de rotações mutáveis, e dinâmicas mutáveis.


TEORIA DOS MOVIMENTOS INVERSOS.

E mudança de faixa e camada graceli para energia própria. Teoria astronômica de mudanças.


Isto explica todos os fenômenos que envolvem os movimentos de sentido inverso ao de estrelas primarias e entre astros num mesmo sistema.

Isto se confirma nos exosplanetas, no movimento inverso de Vênus, e no movimento inverso do último satélite de saturno.

O que causa isto é a mudança no sentido do movimento. E isto também acontece com a rotação, por isto que a inclinação das rotações é crescente enquanto os satélites se afastam do sol.

Urano tem uma grande inclinação que chega a rotacionar de lado. Com noventa graus de arco.

A causa do movimento variável e inverso está nos seus agentes produtores dos próprios movimentos.


Ele é variável por estar em constante variação. E esta variação depende de sua energia e do sistema em que se encontra.

Assim – só na faixa graceli. Do sol até Vênus.

Na faixa e camada graceli. De Vênus até a terra.

Só na camada graceli [ neste ponto já um pouco afastada. Da terra até marte.

E fora da faixa e camada graceli e com só a sua energia. Mas com ainda efeitos recebidos da faixa e camada graceli. De júpiter até plutão.

E fora do sistema onde não tem mais a ação e efeitos recebidos da faixa e camada graceli. No caso exosplanetas.


Ou seja, não há um só agente na produção do movimento.

Pois assim, temos que considerar.

1-O sistema de faixas e camadas graceli.

2-A ação da faixa e camada graceli enquanto o astro se encontra no sistema [ no caso até júpiter].

3-E quando o astro está fora do sistema, nesta situação passa a produzir variações constantes e com movimentos livres e lentos.

Observação –  o sol não captura exosplanetas. O acontece é o contrário. O exosplaneta foi um planeta interno, e o sistema o impulsiona para fora pela ação da radiação do sol. E isto acontece com todos os planetas, satélites e cometas.

Ver teorias de graceli publicadas na internet.

TEORIA DA MUDANÇA DOS AGENTES E DOS EFEITOS.

Assim, NÃO SÓ OS AGENTES MUDAM - como de faixa graceli para camada graceli.

De camada graceli para energia própria e continuidade de efeito da camada graceli.

E só com a energia própria.

E AS ÓRBITAS E DINÂMICAS TAMBÉM MUDAM.

Ou seja, estão constantemente em mudança. E um exosplaneta que hoje vai num sentido, no passado já esteve em sentido contrário, e no futuro voltará no sentido contrário.

O grau de inclinação da rotação, e o formato da elipse também se encontram em mudança.

Na questão da mudança da inclinação rotacional e translacional se confirma na proporção crescente entre os planetas, satélites e cometas.

Cometas com períodos longos são os com maiores irregularidades.

Ver teorias de graceli.


ASTRONOMIA MUTÁVEL.

Os fenômenos astronômicos não são fixos, mas sim são mutáveis.

Ou seja, as órbitas, as inclinações rotacional e translacional, os movimentos de lateralidade, a excentricidade, o afastamento estão sempre em mudança.

Com isto um astro que hoje tem um sentido orbital, no futuro terá outro e retornará, num processo constante e infinito.

O mesmo com a inclinação de sua rotação.

E a elipse também sofre variações.

Isto explica as irregularidades de Vênus por desenvolver sua translação em sentido contrário, Urano por estar com a sua rotação de lado, e dos exosplanetas que tem muitos andando de lado e muitos inversos [retrógrado], com uma grande inclinação orbital. E o eixo da eclíptica ser de lado.



EFEITO GRACELI DE RETORCIMENTO ORBITAL.


Fora e muito distante da faixa e camada graceli os secundários não têm mais a ação reguladora da faixa e camada graceli produzindo o alinhamento cósmico [ achatamento e eclíptica]. Com isto o astro passa a produzir um retorcimento na sua órbita.

E este retorcimento que produz as inclinações levando o astro a produzir órbitas mutáveis e retrógradas.

O retorcimento faz com que ocorre o fenômeno de VAI-E-VEM. Ou seja, a órbita é retorcida pela própria energia do astro. Fazendo com que esta órbita esteja constantemente em mudança. Ou seja, um retorcimento e mutabilidade.

Por isto que um astro que hoje tem uma órbita normal no futuro terá uma órbita retrógrada, e voltará ao normal, e retornará à retrocidade. Por que ela se encontra em retorcimento.


O RETORCIMENTO, MUTABILIDADE E VAI-E-VEM [efeitos graceli] também ocorrem com a rotação do astro, por isto que Urano tem uma grande inclinação e anda também de lado.




Teoria de astronomia de graceli.
Teoria astronômica da variabilidade e fluxonalidade.

ÓRBITAS OVAIS, IRREGULARES, VARIÁVEIS, BAMBOLEIOS, BALANÇOS E FLUXOS.

As órbitas de terciários [lua] próximos de primários [sol], sempre SERÃO NO FORMATO OVAL, com a extremidade mais próxima do primário sendo mais larga, enquanto a outra extremidade mais pontuda. No formato de ovo de galinha.

QUANDO MAIS PRÓXIMO É LARGA POR ESTAR MAIS PRÓXIMO DA AÇÃO DA RADIAÇÃO SOLAR, QUE A IMPULSIONA PARA TRÁS.

Se a gravidade tivesse alguma ação a puxaria, deixando a extremidade mais próxima mais estreita, mas isto não acontece. Mas sim acontece o contrário.

Este é um dos fenômenos que a teoria da gravitação não consegue responder em relação a todas as irregularidades da lua.

ESTAS ÓRBITAS VAIARAM CONFORME O DISTANCIAMENTO, E O DESENVOLVIMENTO DAS ÓRBITAS DO SECUNDÁRIO E DO TERCIÁRIO.

Ou seja, as órbitas ovais não são absolutas, mas variáveis de uma em relação à outra.

SEGUE UM BAMBOLEIO, pois não são fixas, algumas avançam mais perto em certas órbitas e em outras mais distantes.

Isto também acontece com os cometas e asteróides.

É como uma criança com um bambolê, que envolta do seu corpo nunca um giro é igual a outro.


E O BALANÇO SE DEVE Á INCLINAÇÃO. Pois em certos casos acontece uma maior inclinação para uma das extremidades, e em outros menos. Isto depende das órbitas envolvendo os três astros. Primários, secundários e terciário [sol, terra e lua]

O balanço da inclinação também acontece na inclinação da rotação.

E TODOS SEGUEM FLUXOS DE INTENSIDADE, FORMA E TEMPO CONFORME ESTÁ ACONTECENDO AS ÓRBITAS DOS TRÊS, [sol, terra e lua].

AS DINÂMICAS TAMBÉM SÃO ALTERADAS E SÃO VARIÁVEIS. [ver as teorias de astronomia e cosmologia de graceli publicadas na internet].

É fácil confirmar estes fenômenos se for feito um comparativo em todas as órbitas da lua e dos cometas, principalmente do Halley.

Este breve tratado mostra duas situações.

Uma que se em Kepler temos as órbitas elípticas.

1- Em graceli  temos as órbitas ovais, irregulares, variáveis, de balanços, fluxos e bamboleios.

2- E outra que se confirma em mais alguns fenômenos que a gravidade não é o agente que produz as dinâmicas e órbitas dos astros.

E sim a faixa e camada graceli e a energia do próprio astro.

E que isto também se confirma nos movimentos de recessão [afastamento], e nos movimentos de lateralidade e inclinacidade e elipsidade.

Com a aproximação ocorre o alargamento da órbita, e na outra extremidade ocorre o fechamento da órbita. Isto se conclui que a gravidade não produz a órbita dos astros, pois a gravidade era para fechar e não alarga a órbita, uma vez que tem a ação de atrair. Logo, não há ação da gravidade.

E também se na outra extremidade ocorre o fechamento da órbita, produzindo a ovalidade, logo, temos mais uma confirmação de que a natureza do movimento é ser curvo, pela própria energia do astro.

Logo, isto vai contra a inércia. E fundamenta o universo de movimentos curvo pela energia. E não pela gravidade e pelo espaço curvo da relatividade geral.

3- Com isto o movimento tem por natureza ser curvilíneo variável e não retilíneo, com isto a natureza do movimento é ser variável e não inercial.

Como também toda rotação é por natureza e essência curva.


Pois pela teoria das faixas e camadas graceli e energia própria dos sistemas e astros se conseguem responder todos os fenômenos.

Desde o formato dos astros, achatamento dos sistemas, anéis, esferas, rotação, lateralidade, inclinacidade, elipsidade, desintegração, em cada fase em passam as órbitas, etc.

E fundamenta a CAFQ, os elementos químicos, os exosplanetas, a origem do cosmo pelos gracelons, a teoria da gracelongênese e de vários universos. Como também matéria escura.  [publicados na internet].

O acompanhamento e o seguimento de sentido de movimento.

A relação entre velocidade equatorial do primário e a velocidade translacional do secundário. [Ver teorias de astronomia graceliana – publicadas na internet].

Ou seja, uma teoria deve englobar todos os fenômenos. E não apenas alguns.


A ovalidade acontece com todos os cometas que se aproximam do sol. Pois quando próximos a órbita é alargada.

Temos assim, uma física e CAFQ não absoluta, não inercial, não retilínea, não de conservação de energia.

Mas variável [ver teorias da CAFQ de graceli, e teoria da variabilidade e fluxonalidade – publicados na internet].

Não podemos ter uma ciência que não seja universalizante e estruturante. E é isto que as teorias de graceli vão de encontro. [ ver teorias de graceli na internet].


Astronomia da faixa [disco] graceli e camada graceli.

OS EFEITOS DA FAIXA GRACELI SOBRE AS MARÉS ALTAS NA TERRA.

E ÓRBITAS DE COMETAS.

Sempre quando a lua se encontra na lua nova e cheia as marés aumentam. Isto ocorre principalmente por que a nova e cheia se encontram na linha da faixa graceli entre sol – terra e lua, e nesta faixa graceli e espacial [invisível], mas de intensa energia, magnetismo e radiação não só ocorre o aumenta das marés, mas também variações nas órbitas de cometas, deformações em sua cauda, deformações e desintegração de asteróides.

Ou seja, não é a lua, mas o posicionamento da faixa graceli terrestre em relação frontal com a faixa graceli solar.

E o que achamos que sejam as luas novas e cheias é que elas só ocorrem quando a terra tem a sua eclíptica mais próxima do sol.

Ou seja, o eixo do equador da terra tem uma pequena inclinação quando a lua se encontra no minguante e no crescente.

E esta inclinação diminui quando a lua se encontra na nova e na cheia. Não é que a lua determina a inclinação, mas a inclinação rotacional segue um balanço, assim como a inclinação translacional também segue um balanço [fluxo]. Ver teoria da fluxonalidade.

E tem um posicionamento maior do eixo do equador em relação à eclíptica quando a lua se encontra na cheia e na nova.

Ou seja, em relação à faixa graceli terrestre e solar. Logo, não é a lua, mesmo a lua tendo a sua faixa graceli.

A faixa graceli tem efeitos sobre as correntes marinhas, correntes de gases atmosféricos, produção dos anéis, alinhamento cósmico e de astros, fenômenos internos da terra e da lua, e movimentos de gases na terra e na lua.

Esta ação da faixa graceli solar é menor sobre marte e seus dois satélites, por estarem mais distantes e ter perdido quase toda sua ação.

Porém, interfere na órbita de asteróides e cometas quando se aproximam muito da faixa graceli solar.


Se fosse a gravidade do sol sobre a lua para agir sobre as marés da terra, a lua se encontra mais próxima do sol na fase minguante e crescente do que na fase cheia [que a fase cheia é a mais distante do sol de todas as fases]. E as marés têm considerável aumento na fase cheia.

Logo, é o alinhamento em relação à eclíptica da faixa [disco graceli], e não ação de um pseudo campo gravitacional.


Ou seja, existe uma faixa graceli [um disco de energia, radiação e campo] juntamente com a camada graceli que agem sobre todos os fenômenos físicos e orbitais.


Disco graceli [alinhamento].
Camada graceli [acompanhamento].



ASTRONOMIA - PRINCÍPIO DA DESINTEGRAÇÃO E DECRESCÊNCIA.

Conforme o astro vai processando a sua energia, ele vai desintegrando parte desta energia. E a faixa e camada graceli juntamente com a energia produzem as dinâmicas.

E fora das faixas e camadas graceli só a energia passa a ser a produtora das dinâmicas.

E se a energia se desintegra, logo ela diminui, fazendo com que as dinâmicas também diminuem nas mesmas proporções.

E isto acontece também com o afastamento, o movimento de lateralidade, inclinacidade, elipsidade e arredondamento, rotação e translação.


Ou seja, não é a distância de um campo que faz com que as dinâmicas decresçam, pois a rotação também decresce na mesma proporcionalidade, e a rotação não tem nada haver com o distanciamento, mas com a energia que o astro tem dentro de si e em processamento.

COM ISTO SE CONCLUI.

1- Logo, não é a gravidade o agente das dinâmicas e órbitas.

2- Logo, não existe inércia, pois os movimentos não se mantêm, eles decrescem e tende a quase um repouso. E isto depende da energia do astro.

3-Logo, a energia não se conserva, ela se desintegra.

Esta decrescência pode ser comparada em todos os astros.

Estrelas, planetas, satélites, asteróides, cometas.

MATÉRIA = ENERGIA = DINÂMICA.

É BOM SABER QUE HÁ QUATRO FASES.

1- Uma na fase inicial que é dentro da faixa e camada graceli e com a energia do astro e do sistema. [de mercúrio a marte]

2- Outra apenas quando sai da faixa e amada graceli. [de marte a júpiter]. Fase regular e grande estabilidade.

3- Outra só com a energia, mas ainda mantém um alinhamento e estabilidade da faixa e camada graceli [de júpiter a plutão].

4- E outra só com a energia e sem nenhuma ação de alinhamento e estabilidade da faixa e camada graceli [alguns cometas e exosplanetas]. Que produzem movimentos retrógrados e rotações com grandes inclinações [ver astronomia mutável graceliana].
Com movimentos lentos e desacelerados. E grandes irregularidades.


Falta apresentar os cálculos.


OS EFEITOS DA FAIXA GRACELI SOBRE AS MARÉS ALTAS NA TERRA.

E ÓRBITAS DE COMETAS.

Sempre quando a lua se encontra na lua nova e cheia as marés aumentam. Isto ocorre principalmente por que a nova e cheia se encontram na linha da faixa graceli entre sol – terra e lua, e nesta faixa graceli e espacial [invisível], mas de intensa energia, magnetismo e radiação não só ocorre o aumenta das marés, mas também variações nas órbitas de cometas, deformações em sua cauda, deformações e desintegração de asteróides.

Ou seja, não é a lua, mas o posicionamento da faixa graceli terrestre em relação frontal com a faixa graceli solar.

E o que achamos que sejam as luas novas e cheias é que elas só ocorrem quando a terra tem a sua eclíptica mais próxima do sol.

Ou seja, o eixo do equador da terra tem uma pequena inclinação quando a lua se encontra no minguante e no crescente.

E esta inclinação diminui quando a lua se encontra na nova e na cheia. Não é que a lua determina a inclinação, mas a inclinação rotacional segue um balanço, assim como a inclinação translacional também segue um balanço [fluxo]. Ver teoria da fluxonalidade.

E tem um posicionamento maior do eixo do equador em relação à eclíptica quando a lua se encontra na cheia e na nova.

Ou seja, em relação à faixa graceli terrestre e solar. Logo, não é a lua, mesmo a lua tendo a sua faixa graceli.

A faixa graceli tem efeitos sobre as correntes marinhas, correntes de gases atmosféricos, produção dos anéis, alinhamento cósmico e de astros, fenômenos internos da terra e da lua, e movimentos de gases na terra e na lua.

Esta ação da faixa graceli solar é menor sobre marte e seus dois satélites, por estarem mais distantes e ter perdido quase toda sua ação.

Porém, interfere na órbita de asteróides e cometas quando se aproximam muito da faixa graceli solar.


Se fosse a gravidade do sol sobre a lua para agir sobre as marés da terra, a lua se encontra mais próxima do sol na fase minguante e crescente do que na fase cheia [que a fase cheia é a mais distante do sol de todas as fases]. E as marés têm considerável aumento na fase cheia.

Logo, é o alinhamento em relação à eclíptica da faixa [disco graceli], e não ação de um pseudo campo gravitacional.


Ou seja, existe uma faixa graceli [um disco de energia, radiação e campo] juntamente com a camada graceli que agem sobre todos os fenômenos físicos e orbitais.




TEORIA DO COSMO RENOVÁVEL. Uverd graceli.

Universo crescente e gracelons.

Por fluxos e energia.

Elemento primordial o espaço denso.

Autor – Ancelmo Luiz Graceli.
Trabalho registrado na Biblioteca Nacional – Brasil – Direitos Autorais.

Esta teoria se fundamenta em energia, faixas e camadas graceli, gracelons, e sistema uns dentro dos outros por faixas e camadas graceli [o astro tem a sua extensão que vai até o limite das suas camadas]. Fluxos e variabilidade. E não inercialidade.

Não se fundamenta em inércia [pois esta não existe], em sistema relativístico e espaço curvo, e em grande explosão.

Ou seja, é um outro eixo de um cosmo em processamento e renovação.


Os gracelons transformam espaço denso em energia, matéria, elementos, astros e universos.

Todos têm o seu tempo de vida, e vão entrar quase num repouso. Enquanto outros se formarão em outros lugares, formando novos elementos, astros e universos.

Aqui difere universo de cosmo.

Cosmo é a totalidade de todos os universos.

E universo é cada sistema de galáxias que passam por uma temporada e que vão se desintegrar e entrar quase num repouso dinâmico, onde surge a matéria escura, sem luz, pouca radiação e sem temperatura.


UVERD – graceli.

Universo variável, estruturante, renovável, de fases e desintegrante.


Um sistema cosmológico tem que por si só explicar todos os fenômenos do cosmo, suas dinâmicas, formatos, fases, energia, elementos químicos, fase inicial, mediana e final.

O UVERD – graceli fundamenta no próprio sistema os formatos em que passam os universos, principalmente o achatamento que é formado pelas faixas e camadas graceli cósmica. Fundamenta um universo variável e estruturante, renovável com inicio, formação e desintegração.

[Ver teorias de faixas e camada graceli].

O universo não é chato, mas variável estruturante. Seu formato chato faz parte de uma fase mediana do mesmo que acontece pelo magnetismo e faixas e camadas graceli.

O espaço não tem formato chato ou curvo como defende a relatividade geral.

Porém o espaço não é um vazio, pois ele é constituído de densidade, e esta densidade que é processa por gracelons que produzirá novos elementos, nos astros, e novos universos, tornando-o renovável.

Assim, o que produz o formato achatado [em eclíptica [em disco]] são as faixas e camadas graceli pelo magnetismo.

O que produz o fenômeno do acompanhamento é que as camadas graceli formam um sistema que vai além do diâmetro do astro, e arrasta os secundários com ele por isto que a lua além de desenvolver um quilometro por segundo também acompanha a terra em sua órbita em volta do sol, com 29 quilômetros por segundos.

O fenômeno de seguimento de sentido de movimento também acontece por causa das faixas e camadas graceli.

O formato achatado das galáxias não se deve a um pseudo universo inflacionário.

Assim, as faixas e camadas graceli produzem o achatamento das galáxias e sistemas estelares, planetários.


´´ Todas as coisas não são uma mesma coisa´´  [graceli].

A natureza é governada por mais de um princípio [poder, potencialidade, propósito, essências, estruturas].

HÁ DOIS PRECIPÍCIOS FUNDAMENTAIS.

Poder divino [rege o bem sobre o mal e os propósitos].
E a energia transcendental [de poder e razão cósmica].


A teoria da evolução não conseguiu provar a origem e causa da essência vital e a inteligência.

Não se constrói uma obra sem haver uma inteligência, logo, a matéria e o acaso não teriam como construir a vida e a mente.

O corpo vivo é só a estrutura do ser, a vida é uma essência própria inserida de poderes e propósitos anteriores ao próprio ser e sua existencialidade.

A matéria não produz vida, e nem possui inteligência, pois a matéria é só aonde algumas vidas se instalam para se perpetuar.

Há vida fora da matéria, no caso espíritos e o próprio divino.

TEORIA DO FLUXO CÓSMICO DE RADIAÇÃO.

As galáxias produzem seus secundários [estrelas] por grandes produções de radiação sendo intercaladas por fluxos menos intensos.

Isto faz com que as galáxias sejam sistemas em disco com braços, tipo um caracol.

Isto ocorre por causa da ação da faixa graceli cósmica.

Assim, as galáxias num estágio intermediário se apresentam em forma de disco com braços que emergem de dentro para fora, em forma de caracol.

E no centro temos um centro mais arredondado [ mais bojudo], e o meio mais achatado pela ação da faixa graceli, e na extremidade a faixa graceli perde a sua ação, onde as estrelas passam a desenvolver um desalinhamento. Assim, as galáxias que é um sistema passa a ter os bordos também mais arredondado.

O mesmo acontece com o sistema estelar, planetário, de satélites e cometes e asteróides.

Fora da faixa e camada os astros e sistemas passam a desenvolver as suas órbitas, dinâmicas e formatos conforme a produção de energia de cada astro ou sistema.

Assim, há primeiro um desalinhamento [ no centro do sistema depois um alinhamento na parte intermediaria, e por fim um desalinhamento progressivo.

Nestas fases também passam as elipses tanto das galáxias, estrelas, plantas, satélites e outros.

O fluxo de radiação na origem produz uma inconstância na produção dos sistemas e astros, produzindo as galáxias no formato chato e com braços, tipo caracol.

Sendo que a faixa e camada graceli cósmica produzem o alinhamento e achatamento cósmico.

Os gracelons produzem a energia e a matéria pelo elemento primordial que é o espaço denso.

Os gracelons é o processamento e transformarão de espaço denso em energia e matéria, e é o abastecimento do cosmo com novas energias, e produção de novas matérias e elementos e astros. Sistemas e faixas e camadas graceli.

Com os sistemas e astros sendo reabastecidos com novas matérias e energias, produzindo novos elementos e astros.

Sendo que este sistema de reabastecimento segue um fluxo, e o que a produção deste fluxo produz as estrelas em produção intercalada, produzindo um universo com braços.

E o achatamento se deve à faixa graceli cósmica.

O sistema de produção dos elementos também é reabastecido [ver teoria dos energeticuns e gracelons [publicados nos meus livros e na internet]].



TEORIA DO UNIVERSO RENOVÁVEL E DO REABASTECIMENTO DE ENERGIA E MATÉRIA.


Os processos de gracelongênese produzem novas matérias e energia no processamento de espaço denso, reabastecendo e aumentando o cosmo e produzindo novos elementos, nebulosas, galáxias, estrelas, e outros.

Este processamento renova e aumenta o cosmo com novas matérias, com isto a energia não se conserva, e nem o movimento.

E produz novos elementos químicos leves para se transformar em pesados. Isto explica a abundância de elementos leves no cosmo. Pois um cosmo velho teria mais elementos pesados do leves.

E isto explica a existência da matéria escura pela desintegração.

O processo de gracelongênese transforma espaço denso em energia e matéria, renovando e reabastecendo o cosmo. [ver teoria da gracelongênese].

Assim, o processamento de gracelongênese.

Reabastece o cosmo de novas energias.
Produz matéria e novos universos.
Renova o cosmo com novos universos.

Assim, a energia e nem o movimento não se conservam.

A energia nasce, processa-se e se desintegra.



Sobre a CAFQ graceli.

A CAFQ graceli [cosmologia, astronomia, física, química] é uma teoria de unidade que responde a todos os fenômenos.

Como a renovabilidade.
A totalidade.
As origens, causas, efeitos, e previsões.
Um universo renovável e que reabastece num processamento de transformação de espaço denso em energia, matéria e campos.
Aos elementos químicos, dos leves aos pesados e dos pesados aos leves.
Ao alinhamento, formato em disco, formato em nebulosas, formato em galáxias dispersas, etc.
Ao sistema de camadas e disco graceli produzindo o fenômeno do acompanhamento cósmico.

E do seguimento de sentido de movimento de translação pela rotação do sistema de disco graceli em rotação.

A CAFQ graceli tem por objetivo ser uma teoria geral e que engloba todos os fenômenos da materialidade.

Há dois componentes fundamentais na origem do universo.

Um que dá vida ao cosmo [o divino]. E outro que dá a estrutura ao cosmo [espaço denso e gracelons].


TEORIA DO PRINCÍPIO UNO.

Uma só teoria para explicar todos os fenômenos.

Como origem e manutenção dos elementos químicos, carreamento e acompanhamento cósmico, achatamento e formato variável e de fluxos do cosmo e dos sistemas astronômico e atômico.

Alinhamento e achatamento do cosmo. [ver teoria do cosmo variável e de fluxos publicada na internet].



TEORIA DA DECRESCÊNCIA AO SAIR DA FAIXA, DISCO E CAMADA GRACELI.

Os fenômenos decrescem em intensidade conforme a energia em que se encontram e os produzem é desintegrada.

Isto acontece com todas as dinâmicas e acelerações, disco, faixas e camadas graceli.

Assim, a rotação também diminui conforme e na mesma intensidade que a energia é desintegrada.

Isto rompe com a conservação de energia e a inércia.

Os universos nascem, se mantém por muito tempo e se desintegram. Enquanto outros nascem e outros pontos do espaço. E todos processam energia e são reabastecidos por espaço denso. Isto explica a matéria escura, a radiação isotrópica de fundo, e a abundância dos elementos químicos leves no espaço.


O universo não está numa expansão acelerada, mas num movimento de afastamento lento. Por exemplo, a translação e a rotação é milhões de vezes mais rápidas do que o movimento de afastamento. [ver teorias cósmica de graceli publicadas na internet].


Teoria da variabilidade e fluxonalidade das formas.

O espaço não tem forma curva ou reta, mas tem densidade. E o que aumenta não é o espaço, mas a energia e a matéria. E novos astros e novos universos num só cosmo renovável e mutável.

Mas todo universo passa por fases conforme as fases e estágio de energia e tempo de vida.

Como difuso [nebulosas de gases].
Chato e de esferas.
Redondo e com astros livres e errantes e com movimentos retrógrados.
Sem formas definidas.
Variáveis e de fluxos.

Assim, temos varias fases de universos que depende do seu estágio de processamento.


TEORIA DO UNIVERSO CRESCENTE EM ENERGIA, MATÉRIA, ELEMENTOS, GALÁXIAS, E ASTROS. POR FLUXOS DE ENERGIA E PROCESSAMENTO DE ESPAÇO DENSO.

As estrelas são reabastecidas por processos de produção de espaço denso em matéria e energia, estes processos passei a chamar de gracelons. E é também o que origem aos elementos leves.

E os gracelons é o que mantém o brilho, processamento, radiação temperatura das estrelas.

E os gracelons é o que faz com os elementos e a matéria, energia e dinâmica  aumentam no espaço, aumentando também as galáxias e os astros. E novos universos.

Isto prova crescimento dos elementos químicos e por que o espaço está repleto de elementos leves, pois com um universo velho se não fosse em constante renovação todos os elementos seriam pesados. E as estrelas não mais estariam brilhando. Pois, até a matéria diminuiria no universo.

Ou seja, se o universo surgisse num só momento [como defende a teria do big bang] teríamos um universo sem luz, sem elementos leves, lento e em desintegração. E sem alinhamento em forma de disco, ou sem nebulosas gasosas.

Os processos nos gracelons por espaço denso abastecem o universo de novas matérias e novas energias, e de novos universos, novos elementos, matéria escura, radiação, e mantém o brilho das estrelas.

Ou seja, enquanto uns universos mesmo renovando a sua energia decrescem todas as suas atividades, outros universos ressurgem com novos processamentos de energia.

Ou seja, temos um cosmo de vários universos. E mesmo tendo alguns decrescendo mesmo tendo um reabastecimento. Outros ressurgem por gracelons.

Assim, o cosmo se encontra num processamento e crescimento de novos universos, novas matérias, elementos, energia e dinâmicas.

Gracelons = processamento de espaço denso em energia e matéria.

Assim, pelo tempo de processamento crescente = mais energia e mais matéria e elementos e astros e galáxias.

Assim, temos um cosmo crescente, renovável, e não fixo  que tenha surgido num só momento.

Assim, se o cosmo tivesse surgido num só momento só teríamos elementos pesados, as estrelas não teriam luz, não teriam um alinhamento em disco.


Assim, temos um cosmo de varias fases, renovável, de fluxos, estruturante, de produção constante de matéria, elementos leves e energia por processos de gracelons.

Um cosmo sem inicio e sem fim no tempo e no espaço.
Sem forma definida, pois a forma depende da fases em que se encontra cada universo.
A matéria, energia, e dinâmicas não se conservam.
Sem inércia.
Um cosmo mutável e renovável.

E a matéria primordial desta renovação é o espaço denso.

Processamento, a produção, o abastecimento e a renovação são os gracelons.
[ver teoria dos gracelons publicadas na internet].

O universo renovável prova a abundância dos elementos leves no cosmo. A abundância de matéria escura [universo velho já com a energia desintegrada, mas passando por uma fase renovável].

E prova a por que as estrelas brilham mesmo num cosmo infinitamente velho.

Ou seja, a matéria, a energia, os elementos, os astros, universos estão constantemente em surgimento, processamento, renovação, desintegração.


Conclusão.

O sistema gracelon também produz elementos leves, e de leves em pesados.

As estrelas sintetizam a própria energia que produzem, e nesta produção produz novas matérias, energia e elementos leves.

As estrelas brilham por bilhares de anos produzindo radiação, temperatura, energia e se desintegrando no espaço.


O brilho das estrelas vem da produção de energia pelos gracelons que ocorrem dentro das estrelas, e que serve com combustível e energia para manter os fenômenos das estrelas, das galáxias e de novos universos.


Assim, temos.

A origem da matéria por gracelons e espaço denso.
A manutenção e renovação da energia, do brilho das estrelas e dos elementos leves.
A renovação de universos e do cosmo.
A renovação da temperatura e da radiação.

Com isto pode-se afirmar que teremos centenas de planetas no sistema solar no futuro.
Como também nos outros sistemas estelares.

Que os universos aumentarão, o cosmo aumentará em quantidade de matéria, elementos, energia, e galáxias e astros.

Assim uma estrela não é só um astro, mas um gracelon incessante de produção de energia e matéria.


GRACELON GALÁCTICO.

No centro dos aglomerados se encontra o gracelon de superior produção de matéria, elementos, energia, faixa, disco e camada graceli.

Com grande produção de magnetismo, por isto que os aglomerados, nebulosas de fase intermediária tem formato em disco e com braços alongados.

Assim, o cosmo é como uma maquina que tira o elementos primordial [ espaço denso] e o transforma em energia, enquanto aumenta a sua produção também aumenta a sua potencialidade, seus elementos e fenômenos. Assim só há uma conclusão de um universo renovável e crescente.

Crescente em todos os fenômenos. Tanto no espaço quanto na quantidade de matéria.

E crescente em elementos leves. E crescente em elementos pesados, pois ao gracelons também transformam elementos de leves em pesados.

Assim, se não houvesse um sistema de renovação as estrelas já teriam sido apagadas.


O sistema atômico também é um sistema gracelon [ ver teoria da energeticidade – de graceli – publicada na internet].

Assim pelo sistema gracelon e do cosmo renovável é possível explicar todos os fenômenos.

Assim, se calcularmos a idade do sistema solar com o afastamento [recessão] dos planetas, o sistema solar fica bilhões de vezes mais velha.

E com um cosmo renovável ele fica ainda mais velho.


COSMO ROTACIONAL.

Os universos e nebulosas rotacionam, esta rotação para as galáxias e estrelas é uma translação.

E se for feito uma comparação entre a recessão e a translação e velocidade rotacional se confirmará que a translação é bilhares de vezes rápidas só que a recessão. Logo, o cosmo não se encontra em expansão, mas em rotação, translação e uma ínfima recessão.







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