domingo, 17 de outubro de 2010


SEGUNDA-FEIRA, 15 DE JUNHO DE 2009

ASTRONOMIA MUTÁVEL GRACELIANA.



Autor – Ancelmo Luiz Graceli.
Trabalho registrado na Biblioteca Nacional – Brasil – Direitos Autorais.

Órbitas mutáveis, inclinações de rotações mutáveis, e dinâmicas mutáveis.


TEORIA DOS MOVIMENTOS INVERSOS.

E mudança de faixa e camada graceli para energia própria. Teoria astronômica de mudanças.


Isto explica todos os fenômenos que envolvem os movimentos de sentido inverso ao de estrelas primarias e entre astros num mesmo sistema.

Isto se confirma nos exosplanetas, no movimento inverso de Vênus, e no movimento inverso do último satélite de saturno.

O que causa isto é a mudança no sentido do movimento. E isto também acontece com a rotação, por isto que a inclinação das rotações é crescente enquanto os satélites se afastam do sol.

Urano tem uma grande inclinação que chega a rotacionar de lado. Com noventa graus de arco.

A causa do movimento variável e inverso está nos seus agentes produtores dos próprios movimentos.


Ele é variável por estar em constante variação. E esta variação depende de sua energia e do sistema em que se encontra.

Assim – só na faixa graceli. Do sol até Vênus.

Na faixa e camada graceli. De Vênus até a terra.

Só na camada graceli [ neste ponto já um pouco afastada. Da terra até marte.

E fora da faixa e camada graceli e com só a sua energia. Mas com ainda efeitos recebidos da faixa e camada graceli. De júpiter até plutão.

E fora do sistema onde não tem mais a ação e efeitos recebidos da faixa e camada graceli. No caso exosplanetas.


Ou seja, não há um só agente na produção do movimento.

Pois assim, temos que considerar.

1-O sistema de faixas e camadas graceli.

2-A ação da faixa e camada graceli enquanto o astro se encontra no sistema [ no caso até júpiter].

3-E quando o astro está fora do sistema, nesta situação passa a produzir variações constantes e com movimentos livres e lentos.

Observação –  o sol não captura exosplanetas. O acontece é o contrário. O exosplaneta foi um planeta interno, e o sistema o impulsiona para fora pela ação da radiação do sol. E isto acontece com todos os planetas, satélites e cometas.

Ver teorias de graceli publicadas na internet.

TEORIA DA MUDANÇA DOS AGENTES E DOS EFEITOS.

Assim, NÃO SÓ OS AGENTES MUDAM - como de faixa graceli para camada graceli.

De camada graceli para energia própria e continuidade de efeito da camada graceli.

E só com a energia própria.

E AS ÓRBITAS E DINÂMICAS TAMBÉM MUDAM.

Ou seja, estão constantemente em mudança. E um exosplaneta que hoje vai num sentido, no passado já esteve em sentido contrário, e no futuro voltará no sentido contrário.

O grau de inclinação da rotação, e o formato da elipse também se encontram em mudança.

Na questão da mudança da inclinação rotacional e translacional se confirma na proporção crescente entre os planetas, satélites e cometas.

Cometas com períodos longos são os com maiores irregularidades.

Ver teorias de graceli.


ASTRONOMIA MUTÁVEL.

Os fenômenos astronômicos não são fixos, mas sim são mutáveis.

Ou seja, as órbitas, as inclinações rotacional e translacional, os movimentos de lateralidade, a excentricidade, o afastamento estão sempre em mudança.

Com isto um astro que hoje tem um sentido orbital, no futuro terá outro e retornará, num processo constante e infinito.

O mesmo com a inclinação de sua rotação.

E a elipse também sofre variações.

Isto explica as irregularidades de Vênus por desenvolver sua translação em sentido contrário, Urano por estar com a sua rotação de lado, e dos exosplanetas que tem muitos andando de lado e muitos inversos [retrógrado], com uma grande inclinação orbital. E o eixo da eclíptica ser de lado.



EFEITO GRACELI DE RETORCIMENTO ORBITAL.


Fora e muito distante da faixa e camada graceli os secundários não têm mais a ação reguladora da faixa e camada graceli produzindo o alinhamento cósmico [ achatamento e eclíptica]. Com isto o astro passa a produzir um retorcimento na sua órbita.

E este retorcimento que produz as inclinações levando o astro a produzir órbitas mutáveis e retrógradas.

O retorcimento faz com que ocorre o fenômeno de VAI-E-VEM. Ou seja, a órbita é retorcida pela própria energia do astro. Fazendo com que esta órbita esteja constantemente em mudança. Ou seja, um retorcimento e mutabilidade.

Por isto que um astro que hoje tem uma órbita normal no futuro terá uma órbita retrógrada, e voltará ao normal, e retornará à retrocidade. Por que ela se encontra em retorcimento.


O RETORCIMENTO, MUTABILIDADE E VAI-E-VEM [efeitos graceli] também ocorrem com a rotação do astro, por isto que Urano tem uma grande inclinação e anda também de lado.




Teoria de astronomia de graceli.
Teoria astronômica da variabilidade e fluxonalidade.

ÓRBITAS OVAIS, IRREGULARES, VARIÁVEIS, BAMBOLEIOS, BALANÇOS E FLUXOS.

As órbitas de terciários [lua] próximos de primários [sol], sempre SERÃO NO FORMATO OVAL, com a extremidade mais próxima do primário sendo mais larga, enquanto a outra extremidade mais pontuda. No formato de ovo de galinha.

QUANDO MAIS PRÓXIMO É LARGA POR ESTAR MAIS PRÓXIMO DA AÇÃO DA RADIAÇÃO SOLAR, QUE A IMPULSIONA PARA TRÁS.

Se a gravidade tivesse alguma ação a puxaria, deixando a extremidade mais próxima mais estreita, mas isto não acontece. Mas sim acontece o contrário.

Este é um dos fenômenos que a teoria da gravitação não consegue responder em relação a todas as irregularidades da lua.

ESTAS ÓRBITAS VAIARAM CONFORME O DISTANCIAMENTO, E O DESENVOLVIMENTO DAS ÓRBITAS DO SECUNDÁRIO E DO TERCIÁRIO.

Ou seja, as órbitas ovais não são absolutas, mas variáveis de uma em relação à outra.

SEGUE UM BAMBOLEIO, pois não são fixas, algumas avançam mais perto em certas órbitas e em outras mais distantes.

Isto também acontece com os cometas e asteróides.

É como uma criança com um bambolê, que envolta do seu corpo nunca um giro é igual a outro.


E O BALANÇO SE DEVE Á INCLINAÇÃO. Pois em certos casos acontece uma maior inclinação para uma das extremidades, e em outros menos. Isto depende das órbitas envolvendo os três astros. Primários, secundários e terciário [sol, terra e lua]

O balanço da inclinação também acontece na inclinação da rotação.

E TODOS SEGUEM FLUXOS DE INTENSIDADE, FORMA E TEMPO CONFORME ESTÁ ACONTECENDO AS ÓRBITAS DOS TRÊS, [sol, terra e lua].

AS DINÂMICAS TAMBÉM SÃO ALTERADAS E SÃO VARIÁVEIS. [ver as teorias de astronomia e cosmologia de graceli publicadas na internet].

É fácil confirmar estes fenômenos se for feito um comparativo em todas as órbitas da lua e dos cometas, principalmente do Halley.

Este breve tratado mostra duas situações.

Uma que se em Kepler temos as órbitas elípticas.

1- Em graceli  temos as órbitas ovais, irregulares, variáveis, de balanços, fluxos e bamboleios.

2- E outra que se confirma em mais alguns fenômenos que a gravidade não é o agente que produz as dinâmicas e órbitas dos astros.

E sim a faixa e camada graceli e a energia do próprio astro.

E que isto também se confirma nos movimentos de recessão [afastamento], e nos movimentos de lateralidade e inclinacidade e elipsidade.

Com a aproximação ocorre o alargamento da órbita, e na outra extremidade ocorre o fechamento da órbita. Isto se conclui que a gravidade não produz a órbita dos astros, pois a gravidade era para fechar e não alarga a órbita, uma vez que tem a ação de atrair. Logo, não há ação da gravidade.

E também se na outra extremidade ocorre o fechamento da órbita, produzindo a ovalidade, logo, temos mais uma confirmação de que a natureza do movimento é ser curvo, pela própria energia do astro.

Logo, isto vai contra a inércia. E fundamenta o universo de movimentos curvo pela energia. E não pela gravidade e pelo espaço curvo da relatividade geral.

3- Com isto o movimento tem por natureza ser curvilíneo variável e não retilíneo, com isto a natureza do movimento é ser variável e não inercial.

Como também toda rotação é por natureza e essência curva.


Pois pela teoria das faixas e camadas graceli e energia própria dos sistemas e astros se conseguem responder todos os fenômenos.

Desde o formato dos astros, achatamento dos sistemas, anéis, esferas, rotação, lateralidade, inclinacidade, elipsidade, desintegração, em cada fase em passam as órbitas, etc.

E fundamenta a CAFQ, os elementos químicos, os exosplanetas, a origem do cosmo pelos gracelons, a teoria da gracelongênese e de vários universos. Como também matéria escura.  [publicados na internet].

O acompanhamento e o seguimento de sentido de movimento.

A relação entre velocidade equatorial do primário e a velocidade translacional do secundário. [Ver teorias de astronomia graceliana – publicadas na internet].

Ou seja, uma teoria deve englobar todos os fenômenos. E não apenas alguns.


A ovalidade acontece com todos os cometas que se aproximam do sol. Pois quando próximos a órbita é alargada.

Temos assim, uma física e CAFQ não absoluta, não inercial, não retilínea, não de conservação de energia.

Mas variável [ver teorias da CAFQ de graceli, e teoria da variabilidade e fluxonalidade – publicados na internet].

Não podemos ter uma ciência que não seja universalizante e estruturante. E é isto que as teorias de graceli vão de encontro. [ ver teorias de graceli na internet].


Astronomia da faixa [disco] graceli e camada graceli.

OS EFEITOS DA FAIXA GRACELI SOBRE AS MARÉS ALTAS NA TERRA.

E ÓRBITAS DE COMETAS.

Sempre quando a lua se encontra na lua nova e cheia as marés aumentam. Isto ocorre principalmente por que a nova e cheia se encontram na linha da faixa graceli entre sol – terra e lua, e nesta faixa graceli e espacial [invisível], mas de intensa energia, magnetismo e radiação não só ocorre o aumenta das marés, mas também variações nas órbitas de cometas, deformações em sua cauda, deformações e desintegração de asteróides.

Ou seja, não é a lua, mas o posicionamento da faixa graceli terrestre em relação frontal com a faixa graceli solar.

E o que achamos que sejam as luas novas e cheias é que elas só ocorrem quando a terra tem a sua eclíptica mais próxima do sol.

Ou seja, o eixo do equador da terra tem uma pequena inclinação quando a lua se encontra no minguante e no crescente.

E esta inclinação diminui quando a lua se encontra na nova e na cheia. Não é que a lua determina a inclinação, mas a inclinação rotacional segue um balanço, assim como a inclinação translacional também segue um balanço [fluxo]. Ver teoria da fluxonalidade.

E tem um posicionamento maior do eixo do equador em relação à eclíptica quando a lua se encontra na cheia e na nova.

Ou seja, em relação à faixa graceli terrestre e solar. Logo, não é a lua, mesmo a lua tendo a sua faixa graceli.

A faixa graceli tem efeitos sobre as correntes marinhas, correntes de gases atmosféricos, produção dos anéis, alinhamento cósmico e de astros, fenômenos internos da terra e da lua, e movimentos de gases na terra e na lua.

Esta ação da faixa graceli solar é menor sobre marte e seus dois satélites, por estarem mais distantes e ter perdido quase toda sua ação.

Porém, interfere na órbita de asteróides e cometas quando se aproximam muito da faixa graceli solar.


Se fosse a gravidade do sol sobre a lua para agir sobre as marés da terra, a lua se encontra mais próxima do sol na fase minguante e crescente do que na fase cheia [que a fase cheia é a mais distante do sol de todas as fases]. E as marés têm considerável aumento na fase cheia.

Logo, é o alinhamento em relação à eclíptica da faixa [disco graceli], e não ação de um pseudo campo gravitacional.


Ou seja, existe uma faixa graceli [um disco de energia, radiação e campo] juntamente com a camada graceli que agem sobre todos os fenômenos físicos e orbitais.


Disco graceli [alinhamento].
Camada graceli [acompanhamento].



ASTRONOMIA - PRINCÍPIO DA DESINTEGRAÇÃO E DECRESCÊNCIA.

Conforme o astro vai processando a sua energia, ele vai desintegrando parte desta energia. E a faixa e camada graceli juntamente com a energia produzem as dinâmicas.

E fora das faixas e camadas graceli só a energia passa a ser a produtora das dinâmicas.

E se a energia se desintegra, logo ela diminui, fazendo com que as dinâmicas também diminuem nas mesmas proporções.

E isto acontece também com o afastamento, o movimento de lateralidade, inclinacidade, elipsidade e arredondamento, rotação e translação.


Ou seja, não é a distância de um campo que faz com que as dinâmicas decresçam, pois a rotação também decresce na mesma proporcionalidade, e a rotação não tem nada haver com o distanciamento, mas com a energia que o astro tem dentro de si e em processamento.

COM ISTO SE CONCLUI.

1- Logo, não é a gravidade o agente das dinâmicas e órbitas.

2- Logo, não existe inércia, pois os movimentos não se mantêm, eles decrescem e tende a quase um repouso. E isto depende da energia do astro.

3-Logo, a energia não se conserva, ela se desintegra.

Esta decrescência pode ser comparada em todos os astros.

Estrelas, planetas, satélites, asteróides, cometas.

MATÉRIA = ENERGIA = DINÂMICA.

É BOM SABER QUE HÁ QUATRO FASES.

1- Uma na fase inicial que é dentro da faixa e camada graceli e com a energia do astro e do sistema. [de mercúrio a marte]

2- Outra apenas quando sai da faixa e amada graceli. [de marte a júpiter]. Fase regular e grande estabilidade.

3- Outra só com a energia, mas ainda mantém um alinhamento e estabilidade da faixa e camada graceli [de júpiter a plutão].

4- E outra só com a energia e sem nenhuma ação de alinhamento e estabilidade da faixa e camada graceli [alguns cometas e exosplanetas]. Que produzem movimentos retrógrados e rotações com grandes inclinações [ver astronomia mutável graceliana].
Com movimentos lentos e desacelerados. E grandes irregularidades.


Falta apresentar os cálculos.


OS EFEITOS DA FAIXA GRACELI SOBRE AS MARÉS ALTAS NA TERRA.

E ÓRBITAS DE COMETAS.

Sempre quando a lua se encontra na lua nova e cheia as marés aumentam. Isto ocorre principalmente por que a nova e cheia se encontram na linha da faixa graceli entre sol – terra e lua, e nesta faixa graceli e espacial [invisível], mas de intensa energia, magnetismo e radiação não só ocorre o aumenta das marés, mas também variações nas órbitas de cometas, deformações em sua cauda, deformações e desintegração de asteróides.

Ou seja, não é a lua, mas o posicionamento da faixa graceli terrestre em relação frontal com a faixa graceli solar.

E o que achamos que sejam as luas novas e cheias é que elas só ocorrem quando a terra tem a sua eclíptica mais próxima do sol.

Ou seja, o eixo do equador da terra tem uma pequena inclinação quando a lua se encontra no minguante e no crescente.

E esta inclinação diminui quando a lua se encontra na nova e na cheia. Não é que a lua determina a inclinação, mas a inclinação rotacional segue um balanço, assim como a inclinação translacional também segue um balanço [fluxo]. Ver teoria da fluxonalidade.

E tem um posicionamento maior do eixo do equador em relação à eclíptica quando a lua se encontra na cheia e na nova.

Ou seja, em relação à faixa graceli terrestre e solar. Logo, não é a lua, mesmo a lua tendo a sua faixa graceli.

A faixa graceli tem efeitos sobre as correntes marinhas, correntes de gases atmosféricos, produção dos anéis, alinhamento cósmico e de astros, fenômenos internos da terra e da lua, e movimentos de gases na terra e na lua.

Esta ação da faixa graceli solar é menor sobre marte e seus dois satélites, por estarem mais distantes e ter perdido quase toda sua ação.

Porém, interfere na órbita de asteróides e cometas quando se aproximam muito da faixa graceli solar.


Se fosse a gravidade do sol sobre a lua para agir sobre as marés da terra, a lua se encontra mais próxima do sol na fase minguante e crescente do que na fase cheia [que a fase cheia é a mais distante do sol de todas as fases]. E as marés têm considerável aumento na fase cheia.

Logo, é o alinhamento em relação à eclíptica da faixa [disco graceli], e não ação de um pseudo campo gravitacional.


Ou seja, existe uma faixa graceli [um disco de energia, radiação e campo] juntamente com a camada graceli que agem sobre todos os fenômenos físicos e orbitais.




TEORIA DO COSMO RENOVÁVEL. Uverd graceli.

Universo crescente e gracelons.

Por fluxos e energia.

Elemento primordial o espaço denso.

Autor – Ancelmo Luiz Graceli.
Trabalho registrado na Biblioteca Nacional – Brasil – Direitos Autorais.

Esta teoria se fundamenta em energia, faixas e camadas graceli, gracelons, e sistema uns dentro dos outros por faixas e camadas graceli [o astro tem a sua extensão que vai até o limite das suas camadas]. Fluxos e variabilidade. E não inercialidade.

Não se fundamenta em inércia [pois esta não existe], em sistema relativístico e espaço curvo, e em grande explosão.

Ou seja, é um outro eixo de um cosmo em processamento e renovação.


Os gracelons transformam espaço denso em energia, matéria, elementos, astros e universos.

Todos têm o seu tempo de vida, e vão entrar quase num repouso. Enquanto outros se formarão em outros lugares, formando novos elementos, astros e universos.

Aqui difere universo de cosmo.

Cosmo é a totalidade de todos os universos.

E universo é cada sistema de galáxias que passam por uma temporada e que vão se desintegrar e entrar quase num repouso dinâmico, onde surge a matéria escura, sem luz, pouca radiação e sem temperatura.


UVERD – graceli.

Universo variável, estruturante, renovável, de fases e desintegrante.


Um sistema cosmológico tem que por si só explicar todos os fenômenos do cosmo, suas dinâmicas, formatos, fases, energia, elementos químicos, fase inicial, mediana e final.

O UVERD – graceli fundamenta no próprio sistema os formatos em que passam os universos, principalmente o achatamento que é formado pelas faixas e camadas graceli cósmica. Fundamenta um universo variável e estruturante, renovável com inicio, formação e desintegração.

[Ver teorias de faixas e camada graceli].

O universo não é chato, mas variável estruturante. Seu formato chato faz parte de uma fase mediana do mesmo que acontece pelo magnetismo e faixas e camadas graceli.

O espaço não tem formato chato ou curvo como defende a relatividade geral.

Porém o espaço não é um vazio, pois ele é constituído de densidade, e esta densidade que é processa por gracelons que produzirá novos elementos, nos astros, e novos universos, tornando-o renovável.

Assim, o que produz o formato achatado [em eclíptica [em disco]] são as faixas e camadas graceli pelo magnetismo.

O que produz o fenômeno do acompanhamento é que as camadas graceli formam um sistema que vai além do diâmetro do astro, e arrasta os secundários com ele por isto que a lua além de desenvolver um quilometro por segundo também acompanha a terra em sua órbita em volta do sol, com 29 quilômetros por segundos.

O fenômeno de seguimento de sentido de movimento também acontece por causa das faixas e camadas graceli.

O formato achatado das galáxias não se deve a um pseudo universo inflacionário.

Assim, as faixas e camadas graceli produzem o achatamento das galáxias e sistemas estelares, planetários.


´´ Todas as coisas não são uma mesma coisa´´  [graceli].

A natureza é governada por mais de um princípio [poder, potencialidade, propósito, essências, estruturas].

HÁ DOIS PRECIPÍCIOS FUNDAMENTAIS.

Poder divino [rege o bem sobre o mal e os propósitos].
E a energia transcendental [de poder e razão cósmica].


A teoria da evolução não conseguiu provar a origem e causa da essência vital e a inteligência.

Não se constrói uma obra sem haver uma inteligência, logo, a matéria e o acaso não teriam como construir a vida e a mente.

O corpo vivo é só a estrutura do ser, a vida é uma essência própria inserida de poderes e propósitos anteriores ao próprio ser e sua existencialidade.

A matéria não produz vida, e nem possui inteligência, pois a matéria é só aonde algumas vidas se instalam para se perpetuar.

Há vida fora da matéria, no caso espíritos e o próprio divino.

TEORIA DO FLUXO CÓSMICO DE RADIAÇÃO.

As galáxias produzem seus secundários [estrelas] por grandes produções de radiação sendo intercaladas por fluxos menos intensos.

Isto faz com que as galáxias sejam sistemas em disco com braços, tipo um caracol.

Isto ocorre por causa da ação da faixa graceli cósmica.

Assim, as galáxias num estágio intermediário se apresentam em forma de disco com braços que emergem de dentro para fora, em forma de caracol.

E no centro temos um centro mais arredondado [ mais bojudo], e o meio mais achatado pela ação da faixa graceli, e na extremidade a faixa graceli perde a sua ação, onde as estrelas passam a desenvolver um desalinhamento. Assim, as galáxias que é um sistema passa a ter os bordos também mais arredondado.

O mesmo acontece com o sistema estelar, planetário, de satélites e cometes e asteróides.

Fora da faixa e camada os astros e sistemas passam a desenvolver as suas órbitas, dinâmicas e formatos conforme a produção de energia de cada astro ou sistema.

Assim, há primeiro um desalinhamento [ no centro do sistema depois um alinhamento na parte intermediaria, e por fim um desalinhamento progressivo.

Nestas fases também passam as elipses tanto das galáxias, estrelas, plantas, satélites e outros.

O fluxo de radiação na origem produz uma inconstância na produção dos sistemas e astros, produzindo as galáxias no formato chato e com braços, tipo caracol.

Sendo que a faixa e camada graceli cósmica produzem o alinhamento e achatamento cósmico.

Os gracelons produzem a energia e a matéria pelo elemento primordial que é o espaço denso.

Os gracelons é o processamento e transformarão de espaço denso em energia e matéria, e é o abastecimento do cosmo com novas energias, e produção de novas matérias e elementos e astros. Sistemas e faixas e camadas graceli.

Com os sistemas e astros sendo reabastecidos com novas matérias e energias, produzindo novos elementos e astros.

Sendo que este sistema de reabastecimento segue um fluxo, e o que a produção deste fluxo produz as estrelas em produção intercalada, produzindo um universo com braços.

E o achatamento se deve à faixa graceli cósmica.

O sistema de produção dos elementos também é reabastecido [ver teoria dos energeticuns e gracelons [publicados nos meus livros e na internet]].



TEORIA DO UNIVERSO RENOVÁVEL E DO REABASTECIMENTO DE ENERGIA E MATÉRIA.


Os processos de gracelongênese produzem novas matérias e energia no processamento de espaço denso, reabastecendo e aumentando o cosmo e produzindo novos elementos, nebulosas, galáxias, estrelas, e outros.

Este processamento renova e aumenta o cosmo com novas matérias, com isto a energia não se conserva, e nem o movimento.

E produz novos elementos químicos leves para se transformar em pesados. Isto explica a abundância de elementos leves no cosmo. Pois um cosmo velho teria mais elementos pesados do leves.

E isto explica a existência da matéria escura pela desintegração.

O processo de gracelongênese transforma espaço denso em energia e matéria, renovando e reabastecendo o cosmo. [ver teoria da gracelongênese].

Assim, o processamento de gracelongênese.

Reabastece o cosmo de novas energias.
Produz matéria e novos universos.
Renova o cosmo com novos universos.

Assim, a energia e nem o movimento não se conservam.

A energia nasce, processa-se e se desintegra.



Sobre a CAFQ graceli.

A CAFQ graceli [cosmologia, astronomia, física, química] é uma teoria de unidade que responde a todos os fenômenos.

Como a renovabilidade.
A totalidade.
As origens, causas, efeitos, e previsões.
Um universo renovável e que reabastece num processamento de transformação de espaço denso em energia, matéria e campos.
Aos elementos químicos, dos leves aos pesados e dos pesados aos leves.
Ao alinhamento, formato em disco, formato em nebulosas, formato em galáxias dispersas, etc.
Ao sistema de camadas e disco graceli produzindo o fenômeno do acompanhamento cósmico.

E do seguimento de sentido de movimento de translação pela rotação do sistema de disco graceli em rotação.

A CAFQ graceli tem por objetivo ser uma teoria geral e que engloba todos os fenômenos da materialidade.

Há dois componentes fundamentais na origem do universo.

Um que dá vida ao cosmo [o divino]. E outro que dá a estrutura ao cosmo [espaço denso e gracelons].


TEORIA DO PRINCÍPIO UNO.

Uma só teoria para explicar todos os fenômenos.

Como origem e manutenção dos elementos químicos, carreamento e acompanhamento cósmico, achatamento e formato variável e de fluxos do cosmo e dos sistemas astronômico e atômico.

Alinhamento e achatamento do cosmo. [ver teoria do cosmo variável e de fluxos publicada na internet].



TEORIA DA DECRESCÊNCIA AO SAIR DA FAIXA, DISCO E CAMADA GRACELI.

Os fenômenos decrescem em intensidade conforme a energia em que se encontram e os produzem é desintegrada.

Isto acontece com todas as dinâmicas e acelerações, disco, faixas e camadas graceli.

Assim, a rotação também diminui conforme e na mesma intensidade que a energia é desintegrada.

Isto rompe com a conservação de energia e a inércia.

Os universos nascem, se mantém por muito tempo e se desintegram. Enquanto outros nascem e outros pontos do espaço. E todos processam energia e são reabastecidos por espaço denso. Isto explica a matéria escura, a radiação isotrópica de fundo, e a abundância dos elementos químicos leves no espaço.


O universo não está numa expansão acelerada, mas num movimento de afastamento lento. Por exemplo, a translação e a rotação é milhões de vezes mais rápidas do que o movimento de afastamento. [ver teorias cósmica de graceli publicadas na internet].


Teoria da variabilidade e fluxonalidade das formas.

O espaço não tem forma curva ou reta, mas tem densidade. E o que aumenta não é o espaço, mas a energia e a matéria. E novos astros e novos universos num só cosmo renovável e mutável.

Mas todo universo passa por fases conforme as fases e estágio de energia e tempo de vida.

Como difuso [nebulosas de gases].
Chato e de esferas.
Redondo e com astros livres e errantes e com movimentos retrógrados.
Sem formas definidas.
Variáveis e de fluxos.

Assim, temos varias fases de universos que depende do seu estágio de processamento.


TEORIA DO UNIVERSO CRESCENTE EM ENERGIA, MATÉRIA, ELEMENTOS, GALÁXIAS, E ASTROS. POR FLUXOS DE ENERGIA E PROCESSAMENTO DE ESPAÇO DENSO.

As estrelas são reabastecidas por processos de produção de espaço denso em matéria e energia, estes processos passei a chamar de gracelons. E é também o que origem aos elementos leves.

E os gracelons é o que mantém o brilho, processamento, radiação temperatura das estrelas.

E os gracelons é o que faz com os elementos e a matéria, energia e dinâmica  aumentam no espaço, aumentando também as galáxias e os astros. E novos universos.

Isto prova crescimento dos elementos químicos e por que o espaço está repleto de elementos leves, pois com um universo velho se não fosse em constante renovação todos os elementos seriam pesados. E as estrelas não mais estariam brilhando. Pois, até a matéria diminuiria no universo.

Ou seja, se o universo surgisse num só momento [como defende a teria do big bang] teríamos um universo sem luz, sem elementos leves, lento e em desintegração. E sem alinhamento em forma de disco, ou sem nebulosas gasosas.

Os processos nos gracelons por espaço denso abastecem o universo de novas matérias e novas energias, e de novos universos, novos elementos, matéria escura, radiação, e mantém o brilho das estrelas.

Ou seja, enquanto uns universos mesmo renovando a sua energia decrescem todas as suas atividades, outros universos ressurgem com novos processamentos de energia.

Ou seja, temos um cosmo de vários universos. E mesmo tendo alguns decrescendo mesmo tendo um reabastecimento. Outros ressurgem por gracelons.

Assim, o cosmo se encontra num processamento e crescimento de novos universos, novas matérias, elementos, energia e dinâmicas.

Gracelons = processamento de espaço denso em energia e matéria.

Assim, pelo tempo de processamento crescente = mais energia e mais matéria e elementos e astros e galáxias.

Assim, temos um cosmo crescente, renovável, e não fixo  que tenha surgido num só momento.

Assim, se o cosmo tivesse surgido num só momento só teríamos elementos pesados, as estrelas não teriam luz, não teriam um alinhamento em disco.


Assim, temos um cosmo de varias fases, renovável, de fluxos, estruturante, de produção constante de matéria, elementos leves e energia por processos de gracelons.

Um cosmo sem inicio e sem fim no tempo e no espaço.
Sem forma definida, pois a forma depende da fases em que se encontra cada universo.
A matéria, energia, e dinâmicas não se conservam.
Sem inércia.
Um cosmo mutável e renovável.

E a matéria primordial desta renovação é o espaço denso.

Processamento, a produção, o abastecimento e a renovação são os gracelons.
[ver teoria dos gracelons publicadas na internet].

O universo renovável prova a abundância dos elementos leves no cosmo. A abundância de matéria escura [universo velho já com a energia desintegrada, mas passando por uma fase renovável].

E prova a por que as estrelas brilham mesmo num cosmo infinitamente velho.

Ou seja, a matéria, a energia, os elementos, os astros, universos estão constantemente em surgimento, processamento, renovação, desintegração.


Conclusão.

O sistema gracelon também produz elementos leves, e de leves em pesados.

As estrelas sintetizam a própria energia que produzem, e nesta produção produz novas matérias, energia e elementos leves.

As estrelas brilham por bilhares de anos produzindo radiação, temperatura, energia e se desintegrando no espaço.


O brilho das estrelas vem da produção de energia pelos gracelons que ocorrem dentro das estrelas, e que serve com combustível e energia para manter os fenômenos das estrelas, das galáxias e de novos universos.


Assim, temos.

A origem da matéria por gracelons e espaço denso.
A manutenção e renovação da energia, do brilho das estrelas e dos elementos leves.
A renovação de universos e do cosmo.
A renovação da temperatura e da radiação.

Com isto pode-se afirmar que teremos centenas de planetas no sistema solar no futuro.
Como também nos outros sistemas estelares.

Que os universos aumentarão, o cosmo aumentará em quantidade de matéria, elementos, energia, e galáxias e astros.

Assim uma estrela não é só um astro, mas um gracelon incessante de produção de energia e matéria.


GRACELON GALÁCTICO.

No centro dos aglomerados se encontra o gracelon de superior produção de matéria, elementos, energia, faixa, disco e camada graceli.

Com grande produção de magnetismo, por isto que os aglomerados, nebulosas de fase intermediária tem formato em disco e com braços alongados.

Assim, o cosmo é como uma maquina que tira o elementos primordial [ espaço denso] e o transforma em energia, enquanto aumenta a sua produção também aumenta a sua potencialidade, seus elementos e fenômenos. Assim só há uma conclusão de um universo renovável e crescente.

Crescente em todos os fenômenos. Tanto no espaço quanto na quantidade de matéria.

E crescente em elementos leves. E crescente em elementos pesados, pois ao gracelons também transformam elementos de leves em pesados.

Assim, se não houvesse um sistema de renovação as estrelas já teriam sido apagadas.


O sistema atômico também é um sistema gracelon [ ver teoria da energeticidade – de graceli – publicada na internet].

Assim pelo sistema gracelon e do cosmo renovável é possível explicar todos os fenômenos.

Assim, se calcularmos a idade do sistema solar com o afastamento [recessão] dos planetas, o sistema solar fica bilhões de vezes mais velha.

E com um cosmo renovável ele fica ainda mais velho.


COSMO ROTACIONAL.

Os universos e nebulosas rotacionam, esta rotação para as galáxias e estrelas é uma translação.

E se for feito uma comparação entre a recessão e a translação e velocidade rotacional se confirmará que a translação é bilhares de vezes rápidas só que a recessão. Logo, o cosmo não se encontra em expansão, mas em rotação, translação e uma ínfima recessão.








SOBRE O GENÉTICO E CÓDIGOS TRANSCENDENTAIS VITAIS.

Não é a estrutura biológica que transmite os dados.

Mas os genes são na verdade códigos transcendentais de dois seres que passam a formar um novo ser.

Transcendental é o inserido de todo código vital, biológico, psíquico, fisiológico, e outros. E o poder, a potencialidade, o direcionamento vital etc. que existe em cada célula.

Criando assim, o novo ser.

Isto explica a morte precoce nos clones. Pois este, não é a união de dois deferentes transcendentais para formar um novo. E o clone na verdade é apenas a continuação do antigo uno que o formou.


Assim, temos duas respostas fundamentais uma sobre o surgimento da vida – que é a união de dois diferentes.

E a morte – que é a continuação do antigo, mesmo sendo em outro corpo, como exemplo no formato de clone.

E o transcendental que é a transcendência de códigos não apenas estruturais, mas também vitais craciológicos e metafenomênicos.


Assim, temos a nova vida na união de dois diferentes na produção de um, formando assim o novo.

E a concepção da morte que é a continuação sem mudança de código transcendental, mesmo na produção de um novo corpo e ser. No caso a morte precoce de clones.

E a genética passa a ser a transcendentalidade de códigos metafenomênicos e craciológicos, e não apenas de estruturas vitais.



Ou seja, a própria vida se estruturou para que houvesse a continuação pela reprodução envolvendo dois diferentes. Para isto desenvolveu o sistema reprodutivo para a continuação de vida.

Assim, ela mesma determinou a morte do individuo e a sua temporalidade existencial.

Porém, a vida tem algumas transcendências no mesmo ser. No caso a renovação de células, de órgãos, membros, funções metabólicas, e de orgânulos.

Confirma-se na consanguinidade que a transcendência continuada entre parentes leva a doenças e a diminuição da família.

Que neste caso é uma forma de morte parcial.



REVOLUÇÃO GRACELIANA DOIS.

Graceli apresenta um novo eixo dentro da ciência e da filosofia.

Cria a unológica.

Fundamenta a CAFQ, A MEPRE filosófica, e a VIBIFIPSI.



E fundamenta a MEVICA – metafísica,  existencialismo que determinam a vitalidade, ordem cósmica e a harmonia astronômica pelas faixas e camada graceli. E a renovabilidade pelos gracelons.


Ou seja, o poder e a energia cósmica determinam a metafenomenia, e a metaexistencialidade, e que também determinam a vida, a mente e a realidade, a razão e o conhecimento.

E o cosmo no seu processo de desenvolvimento e aprimoramento por gracelons.

Ou seja, temos ai a unidade geral não numa fórmula como queria os físicos, mas numa palavra, que é a MEVICA.

Pois, esta palavra engloba os quatro universos.

O místico, craciológico e teológico [metafenomênico].
O metafísico,  existencial e epstêmico. Mepre - [que é o filosófico]
O vital, psíquico, biológico e fisiológico. [ que é o da vida – vibifipsi].
E o da materialidade que é o CAFQ [cosmológico, astronômico, físico e químico].



Desenvolve a teoria da variabilidade e fluxonalidade. Camada e faixas graceli. A teoria dos gracelons. Uma nova astronomia, cosmologia, física.

e química [onde elementos pesados também podem produzir elementos leves, ou seja, há um fluxo na produção dos elementos. O átomo não é mais uma partícula mas um sistema de produção de energia].

Uma nova biologia, psicologia, vitalogia e fisiologia.

Cria o transcendentalismo craciológico. Tanto na filosofia quanto na ciência.


Assim, a ciência que seguia um eixo que vinha Galileu, Newton, Einstein, e outros.

E no outro ramo que vinha de Darwin, Freud, Lacan, Reich, e outros.

E na filosofia que vinha de Aristóteles a Bérgson.

Graceli surge com novos eixos em cada categoria, sempre seguindo a unológica graceliana.


Tira o mundo da materialidade e o ponha no universo de poderes.

Tira o mundo do mecanicismo e o ponha no transcendentalismo.


´não é a causa que produz os fenômenos e a realidade, mas os poderes e a transcendentalidade inserida de poderes´´.




Ver teorias de graceli em seus livros e na internet.



TEORIA E FILOSOFIA DA TRANSCENDENTALIDADE.



Metabiologia.
TEORIA DA ESSÊNCIA VITAL TRANSCENDENTAL [a vida não é a materialidade, mas sim é uma essência própria, pois a vida não está na matéria e não surge dela. Ms sim a vida surge do poder divino, de poderes r propósitos metafenomênicos].


Metapsicologia.
TEORIA DO INCONSCIENTE TRANSCENDENTAL [o inconsciente que se apresenta internamente conforme se desenvolveu anteriormente pelos seus poderes e propósitos].

TRANSCENDENTAL É TODO AQUELE QUE TRANSCENDE E QUE É INSERIDO DE PODER, POTENCIALIDADE, PROJEÇÃO, PROPÓSITO, DIRECIONAMENTO E APRIMORAMENTO NATURAL E TRANSCENDENTAL.


Filosofia.
TEORIA DA ENERGIA CÓSMICA QUE TRANSCENDE O PODER DIVINO ATRAVÉS DELA. [há uma energia que translada todo universo e que age sobre toda a realidade e seres].


O ser é o universo vital e transcendental que o produz.

A existencialidade é o ser vital e transcendental que produz a existência, inseridos de propósitos e poderes e direcionamentos.

A realidade é a produção da realidade e do ser, pois a realidade é e é o que a produz que são os poderes, essências, energia cósmica e direcionamentos.

E ser, realidade, existencialidade são os propósitos do poder divino sobre o cosmo.

Assim, o ser é a sua vitalidade e transcendentalidade. Assim, biologia, vitalogia, psicologia, racionalismo são um só eixo existencial.

Realidade é o que é e é o que a produz.

E a realidade é o resultado da energia cósmica transcendental regida pelo poder e direcionamento divino.


TEMOS ASSIM, UMA RELAÇÃO E UMA INTERDEPENDÊNCIA ENTRE A.

Filosofia [MEPRE], biologia, psicologia, vitalogia, cosmologia, astronomia [CAFQ],
E TEOLOGIA [o poder do divino regendo o universo cósmico].

Assim, se une a e cria e aproxima os ramos fundamentais da realidade.


FILOSOFIA DA TRANSCENDENTALIDADE.

É O APRIMORAMENTO INSERIDO DE PODER E POTENCIALIDADE, DIRECIONAMENTO E PROPÓSITO, QUE AVANÇA INFIMAMENTE NUM PROCESSO LENTO INTERAGINDO DENTRO DE SI E COM A ENERGIA CÓSMICA E TODO O COSMO.

É um conceito que não é o conceito do mecanicismo e acasonismo da evolução.
E não é um conceito materialista da dialética.

TRANSCENDENTAL É UM CONCEITO DE PODER, PROPÓSITO, DIRECIONAMENTO DE MUDANÇA E APRIMORAMENTO SOBRE SI MESMO E DE TRANSCENDÊNCIA DE SI PARA O DE FORA E O DE FORA PARA DENTRO DE SI.

O conhecimento é um fenômeno transcendental, pois é uma consequência da racionalidade.

1-E a racionalidade é um fenômeno e estágio do universo vital que transcendeu até o estágio e produção da racionalidade.

2-E se aprimorou nos elementos da transcendentalidade.

3-E realidade na relação de si com o de fora e o de fora com o seu universo interno.

Assim, o transcendental é o processo e categoria de produção da realidade e do ser, da mente, da razão, e do conhecimento.

O transcendental é a realidade que se processa ordenadamente, organizada, direcionada, potencializada, e direcionada.

Transcendental é o agente e o fenômeno da realidade, e da ação e mudança da realidade.

A realidade é o transcendental.

O ser é o transcendental.

O racional e o conhecimento também são o transcendental.

A realidade não está na matéria, na forma, na substância, no mecânico, no acaso.

MAS SIM, NO MUITO MAIS. ESTÁ NO AGENTE INVISÍVEL E DE PODERES, POTÊNCIA, PROPÓSITO METAFENOMÊNICO, NO METACOSMICO.


CONCEITO DO TRANSCENDENTAL.

Na mudança e funcionalidade e aprimoramento direcionado dentro de si mesmo.

Na relação e interação com o outro.


O conceito de transcendental vem para ser um novo conceito de mudança, como já existe a evolução e a dialética.

Só que o transcendental se fundamenta no poder, no direcionamento, na potencialidade, no aprimoramento direcionado, na engenharia vital, no metafenomênico existencial, no metapropósito, no metacósmico e na universalidade de interações cósmicas.

E na energia craciológica cósmica que produz a realidade.

No avanço interno lento, constante e aprimorativo.

Na interação cósmica do todo e do individual.


Transcendental - Mudança aprimorativa inserida de poder, direcionada, metafenomênica e metacósmica, e metaexistencial.



METABIOLOGIA


A vida desenvolve órgãos, funções de sintetizar, metabolizar, produzem elementos bioquímicos e funções biofísicas, vitalpsíquicas para desenvolver funções específicas em prol e em função da vida.

Ou seja, A ESSÊNCIA DA VIDA E O PROPÓSITO METAFENOMÊNICO EXISTENCIAL DETERMINAM E PRODUZEM A VIDA E TODA A SUA ENGRENAGEM PARA TRABALHAR EM FUNÇÃO DA EXISTENCIALIDADE E DA ESSÊNCIA DA VIDA.

Todo órgão tem sua função especifica e produz outros elementos e funções que também servirá para as funções vitais também em outros órgãos.


Assim, a vida é aquilo que o propósito metafenomênico existencial e a essência vital determinam e a produz conforme as suas necessidades para isto venham a ocorrer.

 Assim, a uma racionalidade metafenomênica por trás da racionalidade vitalfuncional.


METAPSICOLOGIA GRACELIANA - SEGUNDA TEORIA

PSICOLOGIA DA NATUREZA VITALPSÍQUICA.
Vitalpsicologia graceliana.

A natureza vital psíquica que compõe e produz a mente, a psique e os comportamentos.

Uma pessoa com certo comportamento agressivo, vingativo, depressivo, neurótico, psicótico, etc. faz parte da sua natureza vitalpsíquica.

Não é o inconsciente que determina a mente, mas a natureza vitalpsíquica.

A natureza vital psíquica, a existencialidade metafenomênica, e a produção existencial [luta da produção da vida pela natureza vital] são os pilares da vital psicologia.

Não e a repressão, ou o inconsciente, mas a natureza vitalpsíquica que forma o ser e a sua vitalidade que determina a psiquê.

A psique só é uma ferramenta construída pela natureza vitalpsíquica para trabalhar em favor da vida. E sua funcionalidade e transcendentalidade.


O ser existe como uma conseqüência da natureza vital psíquica.

A mente e a natureza se encontram em todo ser e não apenas no cérebro.

Não é a repressão e a sexualidade que determinam as neuroses. Mas sim o universo vital  e a natureza vitalpsíquica.

A pessoa nasce com a sua natureza vitalpsíquica.

A base da psiquê não se encontra no inconsciente da infância em fases fálica da puberdade, ou mesmo de um inconsciente natural.

Mas em todo universo vitalpsíquico que forma e produz a natureza humana.

Todos os animais possuem a natureza vitalpsíquica que são ferramentas construídas pela vitalidade. E que tem a função de trabalhar em favor da vida.

A psiquê também é uma ferramenta da vitalidade. Construída pela vitalidade para trabalhar em favor da mesma.

A metaexistencialidade determina a metavitalidade, que determinam  a metabiologia, e todos determinam a metapsicologia. E a biologia e a psicologia.

Como estamos vendo há uma unidade entre a biologia, psicologia, fisiologia e vitalogia.



PRIMEIRA CONCLUSÃO.

A natureza vitalpsíquica é uma categoria vital que se desenvolveu durante o processo de formação da vida.

E que esta categoria e aprimoramento são regidos pelo poder e potencialidade vital. Para servir como ferramenta para trabalhar em favor da manutenção e aprimoramento da vida.

E da existencialidade.

E que se forma nesta ordem.

Poderes.
Potencialidades.
Metaexistencialidade.
Vitalidade.
Vida.
Mente,


Logo, não é nenhum inconsciente, não é a repressão, nem a sexualidade, pulsões, instintos, mas o universo vital que determina o vitalpsíquico, e este a mente.

A morte já faz parte da natureza vital psíquica. O ser sem saber já tem o conhecimento da morte.

Pois, a vida tem a sua própria racionalidade, pois sabe que ela transcende e o ser e o homem não.

Por que a vitalidade vence a morte pelo nascimento, renovação celular e de órgãos. Mas o ser não consegue. Assim, se a morte for um trauma o ser já nasce com ele.

Ou seja, há um conhecimento natural dentro do ser e que faz parte dele, e não de um inconsciente que se forma com a infância.

Este conhecimento e universo vitalpsíquico lhe transmitido e ele recebe pela transcendentalidade natural da vida.



SEGUNDA CONCLUSÃO.

Todos os elementos psíquicos já nascem com o ser. Não apenas por ser genético, mas por ser transcendental vitalpsíquico.

Ou seja, faz parte da natureza vitalpsíquica e transcendente da vida e da mente, e que brotam e se afloram no ser.

Até os maus elementos fazem parte do universo vital psíquico.

Um ser só será mau se tiver uma pré-disposição vitalpsíquica para isto. E conforme a tendência vitalpsíquica ele poderá vir a ser um pedófilo, homicida, neurótico, depressivo, etc.

Isto não está no ser na forma de inconsciente, mas de natureza vitalpsíquica, que envolve todo corpo, funcionamento biológico, biofísico, vital e psíquico.



TERCEIRA CONCLUSÃO.

A vida é uma categoria, uma essência da realidade. Por isto a vida não surge ou surgiu da matéria, mas de uma realidade própria regida por poderes e propósitos metafenomênicos.

Temos assim uma realidade psíquica que tem envolvimento com outras categorias da realidade.

Ou seja, há um universo anterior ao vital que o rege, e este produz o psíquico num processo racional e lógico. [ver metacosmologismo e metafenomenia graceliana – na internet].

Temos órgãos não por causa da matéria ou da biofísica, ou de uma evolução, pois a matéria deveria ter uma racionalidade para desenvolver e produzir órgãos e mentes, reconhecimento, defesas e ataques, etc.

Logo, há um universo de poderes e metafenômenos que interagem e determinam o universo vital, a vida a biologia, e a racionalidade e a mente.



QUARTA CONCLUSÃO.


A vida é uma essência própria que vêm se desenvolvendo por muito tempo.  E que é regida por poderes [divino e vital] e metadirecionamentos existenciais.

O vital não é o genético, mas um direcionamento para um sentido e direção de funcionamento.

Este vital específico é transmitido geneticamente.

O vital se encontra em toda natureza vital e nos ramos de natureza vital.

Que são.

O vital biológico.
O vital bioquimico.
O vital biofísico.
O vital metabólico.
O vital de aprimoramento.
O vital de transcendência [reprodução e renovação celular e de órgãos].
O vital de reconhecimento para o melhoramento da vida.


O conhecimento é uma ferramenta produzida e desenvolvida pelo universo vital para melhorar as funções da vida e uma relação com o mundo externo à vida.

O vital psíquico que determina a mente. Seus bons e maus funcionamentos.

O bipolar tem uma origem ancestral na família da pessoa. Pois é fruto de um mau direcionamento vital e psíquico.


QUINTA CONCLUSÃO.

A vida é uma essência própria [ não surge da matéria].

A qualidade e o poder que regem a vida.

A vitalidade é o deenvolvimento das partes e componentes da vida.

E que transcende aos descendentes.

Os descendentes recebem a vida e a vitalidade num outro estagio vital e psíquico.

Logo, o vital antes de ser genético, pois o vital está dentro do ser as novas gerações apenas recebem e transcendem a vida.

Por isto que o vitalpsíquico produz e determina toda mente. Tanto o bom quanto o mau funcionamento.

Logo, a origem não é o somático e orgânico, ou de inconsciente de fases fálicas e sexuais. Mas vitalpsíquica.

Uma pessoa é um estagio vital intermediário de um ramo [ou galho] da vida.

Na verdade o ser é o que ela recebeu e se encontra nela e a compõe como ser vivo. E que transcenderá aos descendentes.

Assim, o ser são a vida e vitalidade que o compõe. E conforme o direcionamento, poder, potencialidades, potencial de aprimoramento da vida, ele será o que é a vida e a vitalidade.

Logo, o ser é a vida.

E todos os traumas, bipolar, neuroses, depressão, angustia, ânsia de suicídio, homicídio fazem parte da natureza vitalpsíquica que produz o ser.



SEXTA CONCLUSÃO.

SOBRE A MORTE.

Há dois pólos da morte.

1- A concepção da morte pelo ser.

2- E a concepção da eternidade pela vida, pois, a vida se reconhece como eterna e transcendente.

Enquanto o ser se reconhece como finito e limitado pelo seu organismo.

Assim, toda mente com suas partes boas e maus funcionamentos trabalham para encontrar soluções e sair de caminhos ruins que a leva a conflitos, neuroses, depressão, suicídios e morte.


Assim, a base e origem não estão no somático, no funcional, no bioquímico, no biofísico, ou no inconsciente, mas na natureza vitalpsíquica que forma o ser e sua mente.

O ser é o que está dentro dele que é a sua natureza vitalpsíquica.

Não está em conflitos sociais, morais e religiosos. Não está nos inconscientes - natural [que nasce com o ser], e fálico como defende a psicanálise.

Mas está na natureza vitalpsíquica que produz e determina o ser.

O ser e sua mente é uma passagem, uma transcendência, um estágio aprimorativo e potencial da natureza vitalpsíquica.



SÉTIMA CONCLUSÃO.

Metapsicologia e metabiologia da FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO.


O homem é o que é o seu universo vitalpsíquico, cósmico, metaexistencial e craciológico, logo, o homem em si não chega a existir como agente fundamental de si. Logo, nunca será um super-homem.

Logo, um homem, uma sociedade, um ser vivo não é superior a outro. Pois, estes estão sob a ação da vitalidade, e a vitalidade do meta, e o meta do crácio, e as interações e universalidades entre todos.

Assim,

1-      o homem não está a frente de seu organismo e da sua mente.
2-      Organismo e mente a frente da natureza vital e natureza psíquica.


Ele não caminha para ser um ser absoluto, pois absoluto só é o divino. E também o homem é um ser que apenas é o reflexo do é o seu universo vital e psíquico e o universo cósmico, meta e crácio que o estrutura e faz parte de sua natureza.

O mesmo serve para o super-homem, pois o homem nunca será um super-homem, pois ele é apenas um reflexo.

O reflexo do é o seu universo vital e psíquico e o universo cósmico, meta e crácio que o estrutura e faz parte de sua natureza.

Não há raças de seres fortes, pois todos têm a sua natureza vital, e em muitas espécies os menores são os mais aptos. [ver teoria biológica graceliana da inversão – publicada na internet].

Não é o perdão a moral fundamental do homem, pois a sua moral fundamental já existe dentro do ser, faz parte de sua natureza vital e psíquica, que está expressa no sentimento de proteção dos filhos pelos pais, principalmente pela mãe. Que tem como meta a continuidade da vida, sua transcendentalidade e eternidade.

Ou seja, o sentimento que é uma ferramenta vital e psíquica é o principio fundamental da moral.

E isto faz parte da natureza vital e psíquica, e homem apenas a expressa e a consolida nos seus filhotes recém nascidos.

É a ferramenta de proteção que dará continuidade a vida, pela transcendentalidade e reprodução.

Ou seja, antes de existir o homem há o universo vital e psíquico.

E isto não um é inconsciente, mas uma FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO.

Por sua vez o universo vital está sob a ação do universo cósmico de interações e poderes, meta e crácio, e de transcendentalidades, todos regidos pelos cinco pilares cósmicos.

Logo, o homem é o resultado do que o precedeu e o fez e o faz ser o que é. Assim, a moral fundamental não é o perdão. Mas a fenomenalidade transcendental expressa através do sentimento de proteção.

A fenomenalidade transcendental não é apenas uma genética, um inconsciente. É uma estrutura estruturante dentro do ser e que o produz.

A FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO.

Não está no depois, no processo, mas está no antes, está na produção estruturante do ser, da sua vida, da sua mente, da sua reprodução e transcendentalidade.

Assim, o perdão é fundamental, ponto máximo da psicologia do cristianismo, mas a estrutura da moral já está dentro do ser vivo. O ser apenas é o reflexo deste universo que o produz.

Ou seja, o ser já nasce com a luz dentro dele, pois ele é o que o produz, e o que o produz é um universo e natureza de poderes e metafenômenos dentro da ação de um metacosmo.

Não devemos desprezar o perdão, pois é uma das maiores conquista já produzida numa sociedade e que culminou com a vinda de Cristo.

Porém, o ponto maior de uma sociedade, da moral e do ser é a luz, e a luz é a FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO.

E que estão dentro do ser. E que o ser é o reflexo da FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO.

E que por sua vez estes estão sob a ação do metapropósito fenomênico existencial e do universo crácio e metacósmico.

Assim temos os fundamentos para uma biologia, psicologia, sociologia, moral e uma religião.

Onde a FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO.
Não é uma genética, mas rege a vida e o ser.

Onde a FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO.
Não é um inconsciente, mas faz parte da natureza do ser e de sua mente e rege a mente. Pois rege os sentimentos para reger e transcender a vida.



Onde a FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO.
Rege a moral, e é anterior ao ser, e o ser apenas a reflete.

Onde a FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO.
Estabelece o ser como luz antes mesmo dele aceitar ser luz, antes dele nascer, e ele nasce com um universo de luz dentro dele, e um universo de luz que o produz e que ele está inserido. Que é o universo vital, meta e crácio.

Ou seja, temos neste ponto novos fundamentos para o ser, e que podem servir para uma nova fundamentação de uma religião.


A realidade, o ser, a existência, a felicidade, a racionalidade e a mente também surgem de uma FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO.

Temos neste ponto uma unicidade geral e total [hgt] entre as ciências e filosofias e uma nova fundamentação para uma religião.



OITAVA CONCLUSÃO.

Não é no inconsciente da psicanálise que se forma na fase fálica, ou no ego, ou no reprimido, mas a base, a estrutura da toda mente, seu funcionamento e seus desvios se devem à natureza vital que os produz.

E o homem é o que é a natureza vitalpsíquica, ele só é um estágio intermediário desta natureza vital.

Se o ser tem psicoses, neuroses, bipolar, depressão é por que este universo vitalpsíquico faz parte dele.


SOBRE A TRANSCENDENTALIDADE VITALPSÍQUICA.

O ser sabe que não é eterno, mas a vida também sabe que ela transcende e é constituída de potencialidades. Por isto o ser inconscientemente tem inata uma inconsciência da sua permanência no mundo mesmo morrendo.

Pois ele sabe que é um elo, uma fase e estágio da transcendentalidade da vida.

E a vida desenvolveu estas potencialidades para que isto venha a se torna realidade.

Como temos a mente coordenando o pensamento, a memória, as emoções, instintos, temos a natureza vital com a essência e poder vital coordenando a vida e a mente e seu funcionamento e aprimoramento.

Há vários órgãos que tem formas de racionalidade, entre eles a pele que tem ação térmica, imunológica e metabólica. Que faz um sentido e reconhecimento de temperatura externa  e a agentes externos para proteger o ser vivo.

Assim este é um órgão de ação inteligente de reconhecimento e proteção e defesa da vida.

Enquanto que o olho aumenta o alcance vital do ser.



REALIDADE VITAL E PSÍQUICA CRÁCIO META ESSENCIOLÓGICA.

Observação. A vitalidade não é genética.

Mas, transcende por potencialidades, propósitos e auto direcionamento.

A transcendentalidade é o poder, a essência, a potencialidade que se aprimora.

Não está nos genes, mas dento da essência vital que produz a vida.

E  que é regido por potencialidades e metafenômenos.

A metaexistencialidade determina a existência. E esta a essência vital e potencialidades vitais, e estas a vida e a mente.

A mente trabalha com a racionalidade vital sobre a eternidade vital frente o fim de si [do ser]. Pois, a vida é uma realidade e o ser outra realidade.. cada um tem a sua consciência, mesmo um estando dentro do outro, e a vida produzindo o ser.



NONA CONCLUSÃO.

A morte não é a finalidade da vida, mas a transcendência e a perpetuação, e também o  aprimoramento vital-racional.

O ser que luta para vencer a morte.

A vida reproduz. Reproduz as células, seres, regenera órgãos, tem potencialidades e racionalidades para reconhecer invasores e colocar todo o sistema em perfeito funcionamento e transcendentalidade e aprimoramento.

Cria anticorpos e mecanismos para atacá-los e extermina-los. E se não conseguir se modifica para conviver com eles.

Assim, a própria vida tem a sua racionalidade de defesa, reconhecimento, e potencialidades para criar mecanismos e defesas, ataque, imunidade, convivência, e aprimoramento.

Assim, há um universo dentro do ser. Que é o universo vital racional e psíquico. Que conhece a eternidade e o fim. E o ser e a vida conhecem os dois.

Com isto a psiquê não se estrutura no sexual, no fálico, no inconsciente, no reprimido, na depressão, na negatividade como defende a psicanálise.

As crianças não têm noção da morte por que estão mais próximos da noção vital da eternidade, pois nasceram à pouco tempo. E o seu organismo ainda é jovem e forte. Pois eles ainda estão mais próximos da vida que os gerou, e que está dentro deles. Do que uma vida cansada e final.


Assim, ele tem a noção.

Por ser um organismo e essência racional vital e psíquico.

O ser está mais próximo do seu nascimento. E uma vitalidade ainda forte.
Passa a ter a noção do fim quando os dois acima regridem e ficam distantes.

Tanto o ser quanto a vida tem as suas próprias noções, mas em certas fases elas se entrelaçam.


DÉCIMA CONCLUSÃO.

UNICIDADE.

A vida é uma racionalidade [teoria do conhecimento G].

Por este caminho do vitalpsíquico só há um grande pilar para a mente. Que é o vital psíquico. Que é o vitalpsíquico, e aproxima a biologia, vitalogia, e psicologia e fisiologia firmando um grande sistema numa só direção.

Enquanto a psicanálise tem vários pilares para fundamentar o seu sistema.

Pois, a natureza e origem da psiquê, seus anseios, devaneios e maus funcionamentos se devem à origem vitalpsíquica, e não à inconscientes [ natural ou de fases fálicas, ou de pulsões de proteção e repressão].

Uma só causa [a vitalpsíquica] para a mente e todas as condições.

A base da psiquê não está no reprimido e na agressividade. Ou na negatividade psíquica, na luta, na defensiva constante na produção de inconsciente, pois em sua grande maioria as mentes são sãs. E sem maus funcionamentos.

Ou seja, há uma positividade na natureza psíquica, e a natureza vitalpsíquica vence os maus funcionamentos.

Assim, temos a positividade da vitalpsicologia da felicidade, das emoções, dos sentimentos, de gozar a vida, a reprodução, da família, da realização pessoal e da transcendentalidade vital.

Pois, a vida constrói mecanismos para o ser viver e ser feliz, interagir e vencer os traumas e quase a morte pela reprodução.

Se homem for colocado numa balança em termos de felicidade a maioria é feliz.


Metavitalpsicologia.

O princípio do prazer não esta a serviço da morte, mas sim, a serviço da vida. Pois, o prazer e a libido são ferramentas do universo e natureza vitalpsíquica.

E que são construídos pelo poder e potencialidade vital e que são regidos pelo universo metafenomenico.

Assim, temos o poder [ crácio], o meta e a natureza vitalpsíquica trabalhando e regendo a vida e a mente.

Assim temos.

1- O poder [o craciológico].
2- O meta [propósito e transcendentalidade].
3- A unidade e universalidade.
4- E o vital [natureza vital].
5- E o vitalpsíquico.


Assim, o poder, o direcionamento metavital produz o direcionamento metapsíquico e o funcionamento vitalpsíquico. Logo, a mente é uma construção estruturante vital que se fundamenta na potencialidade e fundamentos unitotais [unidade da totalidade].

A base da mente não está no inconsciente, mas na natureza vitalpsíquica que envolve todo ser com as suas características de poder, meta, funcionais, estruturantes, transcendentes e aprimorisitcos, unitotais e fenomênicos.

Assim,

1-  O inconsciente é natural ao ser. E faz parte de sua natureza.
2- O inconsciente não é instinto e nem repressão.
3- Não é o inconsciente que determina a natureza da psiquê, mas a natureza vitalpsíquica.
4- o meta é uma ferramenta vital.





SOBRE O GENÉTICO E CÓDIGOS TRANSCENDENTAIS VITAIS.

Não é a estrutura biológica que transmite os dados.

Mas os genes são na verdade códigos transcendentais de dois seres que passam a formar um novo ser.

Transcendental é o inserido de todo código vital, biológico, psíquico, fisiológico, e outros. E o poder, a potencialidade, o direcionamento vital etc. que existe em cada célula.

Criando assim, o novo ser.

Isto explica a morte precoce nos clones. Pois este, não é a união de dois deferentes transcendentais para formar um novo. E o clone na verdade é apenas a continuação do antigo uno que o formou.


Assim, temos duas respostas fundamentais uma sobre o surgimento da vida – que é a união de dois diferentes.

E a morte – que é a continuação do antigo, mesmo sendo em outro corpo, como exemplo no formato de clone.

E o transcendental que é a transcendência de códigos não apenas estruturais, mas também vitais craciológicos e metafenomênicos.


Assim, temos a nova vida na união de dois diferentes na produção de um, formando assim o novo.

E a concepção da morte que é a continuação sem mudança de código transcendental, mesmo na produção de um novo corpo e ser. No caso a morte precoce de clones.

E a genética passa a ser a transcendentalidade de códigos metafenomênicos e craciológicos, e não apenas de estruturas vitais.




TEORIA E FILOSOFIA DA TRANSCENDENTALIDADE.



Metabiologia.
TEORIA DA ESSÊNCIA VITAL TRANSCENDENTAL [a vida não é a materialidade, mas sim é uma essência própria, pois a vida não está na matéria e não surge dela. Ms sim a vida surge do poder divino, de poderes r propósitos metafenomênicos].


Metapsicologia.
TEORIA DO INCONSCIENTE TRANSCENDENTAL [o inconsciente que se apresenta internamente conforme se desenvolveu anteriormente pelos seus poderes e propósitos].

TRANSCENDENTAL É TODO AQUELE QUE TRANSCENDE E QUE É INSERIDO DE PODER, POTENCIALIDADE, PROJEÇÃO, PROPÓSITO, DIRECIONAMENTO E APRIMORAMENTO NATURAL E TRANSCENDENTAL.


Filosofia.
TEORIA DA ENERGIA CÓSMICA QUE TRANSCENDE O PODER DIVINO ATRAVÉS DELA. [há uma energia que translada todo universo e que age sobre toda a realidade e seres].


O ser é o universo vital e transcendental que o produz.

A existencialidade é o ser vital e transcendental que produz a existência, inseridos de propósitos e poderes e direcionamentos.

A realidade é a produção da realidade e do ser, pois a realidade é e é o que a produz que são os poderes, essências, energia cósmica e direcionamentos.

E ser, realidade, existencialidade são os propósitos do poder divino sobre o cosmo.

Assim, o ser é a sua vitalidade e transcendentalidade. Assim, biologia, vitalogia, psicologia, racionalismo são um só eixo existencial.

Realidade é o que é e é o que a produz.

E a realidade é o resultado da energia cósmica transcendental regida pelo poder e direcionamento divino.


TEMOS ASSIM, UMA RELAÇÃO E UMA INTERDEPENDÊNCIA ENTRE A.

Filosofia [MEPRE], biologia, psicologia, vitalogia, cosmologia, astronomia [CAFQ],
E TEOLOGIA [o poder do divino regendo o universo cósmico].

Assim, se une a e cria e aproxima os ramos fundamentais da realidade.


FILOSOFIA DA TRANSCENDENTALIDADE.

É O APRIMORAMENTO INSERIDO DE PODER E POTENCIALIDADE, DIRECIONAMENTO E PROPÓSITO, QUE AVANÇA INFIMAMENTE NUM PROCESSO LENTO INTERAGINDO DENTRO DE SI E COM A ENERGIA CÓSMICA E TODO O COSMO.

É um conceito que não é o conceito do mecanicismo e acasonismo da evolução.
E não é um conceito materialista da dialética.

TRANSCENDENTAL É UM CONCEITO DE PODER, PROPÓSITO, DIRECIONAMENTO DE MUDANÇA E APRIMORAMENTO SOBRE SI MESMO E DE TRANSCENDÊNCIA DE SI PARA O DE FORA E O DE FORA PARA DENTRO DE SI.

O conhecimento é um fenômeno transcendental, pois é uma consequência da racionalidade.

1-E a racionalidade é um fenômeno e estágio do universo vital que transcendeu até o estágio e produção da racionalidade.

2-E se aprimorou nos elementos da transcendentalidade.

3-E realidade na relação de si com o de fora e o de fora com o seu universo interno.

Assim, o transcendental é o processo e categoria de produção da realidade e do ser, da mente, da razão, e do conhecimento.

O transcendental é a realidade que se processa ordenadamente, organizada, direcionada, potencializada, e direcionada.

Transcendental é o agente e o fenômeno da realidade, e da ação e mudança da realidade.

A realidade é o transcendental.

O ser é o transcendental.

O racional e o conhecimento também são o transcendental.

A realidade não está na matéria, na forma, na substância, no mecânico, no acaso.

MAS SIM, NO MUITO MAIS. ESTÁ NO AGENTE INVISÍVEL E DE PODERES, POTÊNCIA, PROPÓSITO METAFENOMÊNICO, NO METACOSMICO.


CONCEITO DO TRANSCENDENTAL.

Na mudança e funcionalidade e aprimoramento direcionado dentro de si mesmo.

Na relação e interação com o outro.


O conceito de transcendental vem para ser um novo conceito de mudança, como já existe a evolução e a dialética.

Só que o transcendental se fundamenta no poder, no direcionamento, na potencialidade, no aprimoramento direcionado, na engenharia vital, no metafenomênico existencial, no metapropósito, no metacósmico e na universalidade de interações cósmicas.

E na energia craciológica cósmica que produz a realidade.

No avanço interno lento, constante e aprimorativo.

Na interação cósmica do todo e do individual.


Transcendental - Mudança aprimorativa inserida de poder, direcionada, metafenomênica e metacósmica, e metaexistencial.



METABIOLOGIA


A vida desenvolve órgãos, funções de sintetizar, metabolizar, produzem elementos bioquímicos e funções biofísicas, vitalpsíquicas para desenvolver funções específicas em prol e em função da vida.

Ou seja, A ESSÊNCIA DA VIDA E O PROPÓSITO METAFENOMÊNICO EXISTENCIAL DETERMINAM E PRODUZEM A VIDA E TODA A SUA ENGRENAGEM PARA TRABALHAR EM FUNÇÃO DA EXISTENCIALIDADE E DA ESSÊNCIA DA VIDA.

Todo órgão tem sua função especifica e produz outros elementos e funções que também servirá para as funções vitais também em outros órgãos.


Assim, a vida é aquilo que o propósito metafenomênico existencial e a essência vital determinam e a produz conforme as suas necessidades para isto venham a ocorrer.

 Assim, a uma racionalidade metafenomênica por trás da racionalidade vitalfuncional.


METAPSICOLOGIA GRACELIANA - SEGUNDA TEORIA

PSICOLOGIA DA NATUREZA VITALPSÍQUICA.
Vitalpsicologia graceliana.

A natureza vital psíquica que compõe e produz a mente, a psique e os comportamentos.

Uma pessoa com certo comportamento agressivo, vingativo, depressivo, neurótico, psicótico, etc. faz parte da sua natureza vitalpsíquica.

Não é o inconsciente que determina a mente, mas a natureza vitalpsíquica.

A natureza vital psíquica, a existencialidade metafenomênica, e a produção existencial [luta da produção da vida pela natureza vital] são os pilares da vital psicologia.

Não e a repressão, ou o inconsciente, mas a natureza vitalpsíquica que forma o ser e a sua vitalidade que determina a psiquê.

A psique só é uma ferramenta construída pela natureza vitalpsíquica para trabalhar em favor da vida. E sua funcionalidade e transcendentalidade.


O ser existe como uma conseqüência da natureza vital psíquica.

A mente e a natureza se encontram em todo ser e não apenas no cérebro.

Não é a repressão e a sexualidade que determinam as neuroses. Mas sim o universo vital  e a natureza vitalpsíquica.

A pessoa nasce com a sua natureza vitalpsíquica.

A base da psiquê não se encontra no inconsciente da infância em fases fálica da puberdade, ou mesmo de um inconsciente natural.

Mas em todo universo vitalpsíquico que forma e produz a natureza humana.

Todos os animais possuem a natureza vitalpsíquica que são ferramentas construídas pela vitalidade. E que tem a função de trabalhar em favor da vida.

A psiquê também é uma ferramenta da vitalidade. Construída pela vitalidade para trabalhar em favor da mesma.

A metaexistencialidade determina a metavitalidade, que determinam  a metabiologia, e todos determinam a metapsicologia. E a biologia e a psicologia.

Como estamos vendo há uma unidade entre a biologia, psicologia, fisiologia e vitalogia.



PRIMEIRA CONCLUSÃO.

A natureza vitalpsíquica é uma categoria vital que se desenvolveu durante o processo de formação da vida.

E que esta categoria e aprimoramento são regidos pelo poder e potencialidade vital. Para servir como ferramenta para trabalhar em favor da manutenção e aprimoramento da vida.

E da existencialidade.

E que se forma nesta ordem.

Poderes.
Potencialidades.
Metaexistencialidade.
Vitalidade.
Vida.
Mente,


Logo, não é nenhum inconsciente, não é a repressão, nem a sexualidade, pulsões, instintos, mas o universo vital que determina o vitalpsíquico, e este a mente.

A morte já faz parte da natureza vital psíquica. O ser sem saber já tem o conhecimento da morte.

Pois, a vida tem a sua própria racionalidade, pois sabe que ela transcende e o ser e o homem não.

Por que a vitalidade vence a morte pelo nascimento, renovação celular e de órgãos. Mas o ser não consegue. Assim, se a morte for um trauma o ser já nasce com ele.

Ou seja, há um conhecimento natural dentro do ser e que faz parte dele, e não de um inconsciente que se forma com a infância.

Este conhecimento e universo vitalpsíquico lhe transmitido e ele recebe pela transcendentalidade natural da vida.



SEGUNDA CONCLUSÃO.

Todos os elementos psíquicos já nascem com o ser. Não apenas por ser genético, mas por ser transcendental vitalpsíquico.

Ou seja, faz parte da natureza vitalpsíquica e transcendente da vida e da mente, e que brotam e se afloram no ser.

Até os maus elementos fazem parte do universo vital psíquico.

Um ser só será mau se tiver uma pré-disposição vitalpsíquica para isto. E conforme a tendência vitalpsíquica ele poderá vir a ser um pedófilo, homicida, neurótico, depressivo, etc.

Isto não está no ser na forma de inconsciente, mas de natureza vitalpsíquica, que envolve todo corpo, funcionamento biológico, biofísico, vital e psíquico.



TERCEIRA CONCLUSÃO.

A vida é uma categoria, uma essência da realidade. Por isto a vida não surge ou surgiu da matéria, mas de uma realidade própria regida por poderes e propósitos metafenomênicos.

Temos assim uma realidade psíquica que tem envolvimento com outras categorias da realidade.

Ou seja, há um universo anterior ao vital que o rege, e este produz o psíquico num processo racional e lógico. [ver metacosmologismo e metafenomenia graceliana – na internet].

Temos órgãos não por causa da matéria ou da biofísica, ou de uma evolução, pois a matéria deveria ter uma racionalidade para desenvolver e produzir órgãos e mentes, reconhecimento, defesas e ataques, etc.

Logo, há um universo de poderes e metafenômenos que interagem e determinam o universo vital, a vida a biologia, e a racionalidade e a mente.



QUARTA CONCLUSÃO.


A vida é uma essência própria que vêm se desenvolvendo por muito tempo.  E que é regida por poderes [divino e vital] e metadirecionamentos existenciais.

O vital não é o genético, mas um direcionamento para um sentido e direção de funcionamento.

Este vital específico é transmitido geneticamente.

O vital se encontra em toda natureza vital e nos ramos de natureza vital.

Que são.

O vital biológico.
O vital bioquimico.
O vital biofísico.
O vital metabólico.
O vital de aprimoramento.
O vital de transcendência [reprodução e renovação celular e de órgãos].
O vital de reconhecimento para o melhoramento da vida.


O conhecimento é uma ferramenta produzida e desenvolvida pelo universo vital para melhorar as funções da vida e uma relação com o mundo externo à vida.

O vital psíquico que determina a mente. Seus bons e maus funcionamentos.

O bipolar tem uma origem ancestral na família da pessoa. Pois é fruto de um mau direcionamento vital e psíquico.


QUINTA CONCLUSÃO.

A vida é uma essência própria [ não surge da matéria].

A qualidade e o poder que regem a vida.

A vitalidade é o deenvolvimento das partes e componentes da vida.

E que transcende aos descendentes.

Os descendentes recebem a vida e a vitalidade num outro estagio vital e psíquico.

Logo, o vital antes de ser genético, pois o vital está dentro do ser as novas gerações apenas recebem e transcendem a vida.

Por isto que o vitalpsíquico produz e determina toda mente. Tanto o bom quanto o mau funcionamento.

Logo, a origem não é o somático e orgânico, ou de inconsciente de fases fálicas e sexuais. Mas vitalpsíquica.

Uma pessoa é um estagio vital intermediário de um ramo [ou galho] da vida.

Na verdade o ser é o que ela recebeu e se encontra nela e a compõe como ser vivo. E que transcenderá aos descendentes.

Assim, o ser são a vida e vitalidade que o compõe. E conforme o direcionamento, poder, potencialidades, potencial de aprimoramento da vida, ele será o que é a vida e a vitalidade.

Logo, o ser é a vida.

E todos os traumas, bipolar, neuroses, depressão, angustia, ânsia de suicídio, homicídio fazem parte da natureza vitalpsíquica que produz o ser.



SEXTA CONCLUSÃO.

SOBRE A MORTE.

Há dois pólos da morte.

1- A concepção da morte pelo ser.

2- E a concepção da eternidade pela vida, pois, a vida se reconhece como eterna e transcendente.

Enquanto o ser se reconhece como finito e limitado pelo seu organismo.

Assim, toda mente com suas partes boas e maus funcionamentos trabalham para encontrar soluções e sair de caminhos ruins que a leva a conflitos, neuroses, depressão, suicídios e morte.


Assim, a base e origem não estão no somático, no funcional, no bioquímico, no biofísico, ou no inconsciente, mas na natureza vitalpsíquica que forma o ser e sua mente.

O ser é o que está dentro dele que é a sua natureza vitalpsíquica.

Não está em conflitos sociais, morais e religiosos. Não está nos inconscientes - natural [que nasce com o ser], e fálico como defende a psicanálise.

Mas está na natureza vitalpsíquica que produz e determina o ser.

O ser e sua mente é uma passagem, uma transcendência, um estágio aprimorativo e potencial da natureza vitalpsíquica.



SÉTIMA CONCLUSÃO.

Metapsicologia e metabiologia da FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO.


O homem é o que é o seu universo vitalpsíquico, cósmico, metaexistencial e craciológico, logo, o homem em si não chega a existir como agente fundamental de si. Logo, nunca será um super-homem.

Logo, um homem, uma sociedade, um ser vivo não é superior a outro. Pois, estes estão sob a ação da vitalidade, e a vitalidade do meta, e o meta do crácio, e as interações e universalidades entre todos.

Assim,

3-      o homem não está a frente de seu organismo e da sua mente.
4-      Organismo e mente a frente da natureza vital e natureza psíquica.


Ele não caminha para ser um ser absoluto, pois absoluto só é o divino. E também o homem é um ser que apenas é o reflexo do é o seu universo vital e psíquico e o universo cósmico, meta e crácio que o estrutura e faz parte de sua natureza.

O mesmo serve para o super-homem, pois o homem nunca será um super-homem, pois ele é apenas um reflexo.

O reflexo do é o seu universo vital e psíquico e o universo cósmico, meta e crácio que o estrutura e faz parte de sua natureza.

Não há raças de seres fortes, pois todos têm a sua natureza vital, e em muitas espécies os menores são os mais aptos. [ver teoria biológica graceliana da inversão – publicada na internet].

Não é o perdão a moral fundamental do homem, pois a sua moral fundamental já existe dentro do ser, faz parte de sua natureza vital e psíquica, que está expressa no sentimento de proteção dos filhos pelos pais, principalmente pela mãe. Que tem como meta a continuidade da vida, sua transcendentalidade e eternidade.

Ou seja, o sentimento que é uma ferramenta vital e psíquica é o principio fundamental da moral.

E isto faz parte da natureza vital e psíquica, e homem apenas a expressa e a consolida nos seus filhotes recém nascidos.

É a ferramenta de proteção que dará continuidade a vida, pela transcendentalidade e reprodução.

Ou seja, antes de existir o homem há o universo vital e psíquico.

E isto não um é inconsciente, mas uma FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO.

Por sua vez o universo vital está sob a ação do universo cósmico de interações e poderes, meta e crácio, e de transcendentalidades, todos regidos pelos cinco pilares cósmicos.

Logo, o homem é o resultado do que o precedeu e o fez e o faz ser o que é. Assim, a moral fundamental não é o perdão. Mas a fenomenalidade transcendental expressa através do sentimento de proteção.

A fenomenalidade transcendental não é apenas uma genética, um inconsciente. É uma estrutura estruturante dentro do ser e que o produz.

A FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO.

Não está no depois, no processo, mas está no antes, está na produção estruturante do ser, da sua vida, da sua mente, da sua reprodução e transcendentalidade.

Assim, o perdão é fundamental, ponto máximo da psicologia do cristianismo, mas a estrutura da moral já está dentro do ser vivo. O ser apenas é o reflexo deste universo que o produz.

Ou seja, o ser já nasce com a luz dentro dele, pois ele é o que o produz, e o que o produz é um universo e natureza de poderes e metafenômenos dentro da ação de um metacosmo.

Não devemos desprezar o perdão, pois é uma das maiores conquista já produzida numa sociedade e que culminou com a vinda de Cristo.

Porém, o ponto maior de uma sociedade, da moral e do ser é a luz, e a luz é a FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO.

E que estão dentro do ser. E que o ser é o reflexo da FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO.

E que por sua vez estes estão sob a ação do metapropósito fenomênico existencial e do universo crácio e metacósmico.

Assim temos os fundamentos para uma biologia, psicologia, sociologia, moral e uma religião.

Onde a FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO.
Não é uma genética, mas rege a vida e o ser.

Onde a FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO.
Não é um inconsciente, mas faz parte da natureza do ser e de sua mente e rege a mente. Pois rege os sentimentos para reger e transcender a vida.



Onde a FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO.
Rege a moral, e é anterior ao ser, e o ser apenas a reflete.

Onde a FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO.
Estabelece o ser como luz antes mesmo dele aceitar ser luz, antes dele nascer, e ele nasce com um universo de luz dentro dele, e um universo de luz que o produz e que ele está inserido. Que é o universo vital, meta e crácio.

Ou seja, temos neste ponto novos fundamentos para o ser, e que podem servir para uma nova fundamentação de uma religião.


A realidade, o ser, a existência, a felicidade, a racionalidade e a mente também surgem de uma FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO.

Temos neste ponto uma unicidade geral e total [hgt] entre as ciências e filosofias e uma nova fundamentação para uma religião.



OITAVA CONCLUSÃO.

Não é no inconsciente da psicanálise que se forma na fase fálica, ou no ego, ou no reprimido, mas a base, a estrutura da toda mente, seu funcionamento e seus desvios se devem à natureza vital que os produz.

E o homem é o que é a natureza vitalpsíquica, ele só é um estágio intermediário desta natureza vital.

Se o ser tem psicoses, neuroses, bipolar, depressão é por que este universo vitalpsíquico faz parte dele.


SOBRE A TRANSCENDENTALIDADE VITALPSÍQUICA.

O ser sabe que não é eterno, mas a vida também sabe que ela transcende e é constituída de potencialidades. Por isto o ser inconscientemente tem inata uma inconsciência da sua permanência no mundo mesmo morrendo.

Pois ele sabe que é um elo, uma fase e estágio da transcendentalidade da vida.

E a vida desenvolveu estas potencialidades para que isto venha a se torna realidade.

Como temos a mente coordenando o pensamento, a memória, as emoções, instintos, temos a natureza vital com a essência e poder vital coordenando a vida e a mente e seu funcionamento e aprimoramento.

Há vários órgãos que tem formas de racionalidade, entre eles a pele que tem ação térmica, imunológica e metabólica. Que faz um sentido e reconhecimento de temperatura externa  e a agentes externos para proteger o ser vivo.

Assim este é um órgão de ação inteligente de reconhecimento e proteção e defesa da vida.

Enquanto que o olho aumenta o alcance vital do ser.



REALIDADE VITAL E PSÍQUICA CRÁCIO META ESSENCIOLÓGICA.

Observação. A vitalidade não é genética.

Mas, transcende por potencialidades, propósitos e auto direcionamento.

A transcendentalidade é o poder, a essência, a potencialidade que se aprimora.

Não está nos genes, mas dento da essência vital que produz a vida.

E  que é regido por potencialidades e metafenômenos.

A metaexistencialidade determina a existência. E esta a essência vital e potencialidades vitais, e estas a vida e a mente.

A mente trabalha com a racionalidade vital sobre a eternidade vital frente o fim de si [do ser]. Pois, a vida é uma realidade e o ser outra realidade.. cada um tem a sua consciência, mesmo um estando dentro do outro, e a vida produzindo o ser.



NONA CONCLUSÃO.

A morte não é a finalidade da vida, mas a transcendência e a perpetuação, e também o  aprimoramento vital-racional.

O ser que luta para vencer a morte.

A vida reproduz. Reproduz as células, seres, regenera órgãos, tem potencialidades e racionalidades para reconhecer invasores e colocar todo o sistema em perfeito funcionamento e transcendentalidade e aprimoramento.

Cria anticorpos e mecanismos para atacá-los e extermina-los. E se não conseguir se modifica para conviver com eles.

Assim, a própria vida tem a sua racionalidade de defesa, reconhecimento, e potencialidades para criar mecanismos e defesas, ataque, imunidade, convivência, e aprimoramento.

Assim, há um universo dentro do ser. Que é o universo vital racional e psíquico. Que conhece a eternidade e o fim. E o ser e a vida conhecem os dois.

Com isto a psiquê não se estrutura no sexual, no fálico, no inconsciente, no reprimido, na depressão, na negatividade como defende a psicanálise.

As crianças não têm noção da morte por que estão mais próximos da noção vital da eternidade, pois nasceram à pouco tempo. E o seu organismo ainda é jovem e forte. Pois eles ainda estão mais próximos da vida que os gerou, e que está dentro deles. Do que uma vida cansada e final.


Assim, ele tem a noção.

Por ser um organismo e essência racional vital e psíquico.

O ser está mais próximo do seu nascimento. E uma vitalidade ainda forte.
Passa a ter a noção do fim quando os dois acima regridem e ficam distantes.

Tanto o ser quanto a vida tem as suas próprias noções, mas em certas fases elas se entrelaçam.


DÉCIMA CONCLUSÃO.

UNICIDADE.

A vida é uma racionalidade [teoria do conhecimento G].

Por este caminho do vitalpsíquico só há um grande pilar para a mente. Que é o vital psíquico. Que é o vitalpsíquico, e aproxima a biologia, vitalogia, e psicologia e fisiologia firmando um grande sistema numa só direção.

Enquanto a psicanálise tem vários pilares para fundamentar o seu sistema.

Pois, a natureza e origem da psiquê, seus anseios, devaneios e maus funcionamentos se devem à origem vitalpsíquica, e não à inconscientes [ natural ou de fases fálicas, ou de pulsões de proteção e repressão].

Uma só causa [a vitalpsíquica] para a mente e todas as condições.

A base da psiquê não está no reprimido e na agressividade. Ou na negatividade psíquica, na luta, na defensiva constante na produção de inconsciente, pois em sua grande maioria as mentes são sãs. E sem maus funcionamentos.

Ou seja, há uma positividade na natureza psíquica, e a natureza vitalpsíquica vence os maus funcionamentos.

Assim, temos a positividade da vitalpsicologia da felicidade, das emoções, dos sentimentos, de gozar a vida, a reprodução, da família, da realização pessoal e da transcendentalidade vital.

Pois, a vida constrói mecanismos para o ser viver e ser feliz, interagir e vencer os traumas e quase a morte pela reprodução.

Se homem for colocado numa balança em termos de felicidade a maioria é feliz.


Metavitalpsicologia.

O princípio do prazer não esta a serviço da morte, mas sim, a serviço da vida. Pois, o prazer e a libido são ferramentas do universo e natureza vitalpsíquica.

E que são construídos pelo poder e potencialidade vital e que são regidos pelo universo metafenomenico.

Assim, temos o poder [ crácio], o meta e a natureza vitalpsíquica trabalhando e regendo a vida e a mente.

Assim temos.

1- O poder [o craciológico].
2- O meta [propósito e transcendentalidade].
3- A unidade e universalidade.
4- E o vital [natureza vital].
5- E o vitalpsíquico.


Assim, o poder, o direcionamento metavital produz o direcionamento metapsíquico e o funcionamento vitalpsíquico. Logo, a mente é uma construção estruturante vital que se fundamenta na potencialidade e fundamentos unitotais [unidade da totalidade].

A base da mente não está no inconsciente, mas na natureza vitalpsíquica que envolve todo ser com as suas características de poder, meta, funcionais, estruturantes, transcendentes e aprimorisitcos, unitotais e fenomênicos.

Assim,

1-  O inconsciente é natural ao ser. E faz parte de sua natureza.
2- O inconsciente não é instinto e nem repressão.
3- Não é o inconsciente que determina a natureza da psiquê, mas a natureza vitalpsíquica.
4- o meta é uma ferramenta vital.





SOBRE O GENÉTICO E CÓDIGOS TRANSCENDENTAIS VITAIS.

Não é a estrutura biológica que transmite os dados.

Mas os genes são na verdade códigos transcendentais de dois seres que passam a formar um novo ser.

Transcendental é o inserido de todo código vital, biológico, psíquico, fisiológico, e outros. E o poder, a potencialidade, o direcionamento vital etc. que existe em cada célula.

Criando assim, o novo ser.

Isto explica a morte precoce nos clones. Pois este, não é a união de dois deferentes transcendentais para formar um novo. E o clone na verdade é apenas a continuação do antigo uno que o formou.


Assim, temos duas respostas fundamentais uma sobre o surgimento da vida – que é a união de dois diferentes.

E a morte – que é a continuação do antigo, mesmo sendo em outro corpo, como exemplo no formato de clone.

E o transcendental que é a transcendência de códigos não apenas estruturais, mas também vitais craciológicos e metafenomênicos.


Assim, temos a nova vida na união de dois diferentes na produção de um, formando assim o novo.

E a concepção da morte que é a continuação sem mudança de código transcendental, mesmo na produção de um novo corpo e ser. No caso a morte precoce de clones.

E a genética passa a ser a transcendentalidade de códigos metafenomênicos e craciológicos, e não apenas de estruturas vitais.